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Graças a Deus por existir Jesus ...

23/03/2010 @ 12:41:39
por ELZA MACHADO


Este post tocou o meu coração, ...

01/03/2010 @ 17:50:26
por viviane Félix


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    JANELA 10/40

    O que é a Janela 10/40 ?
    JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.
    Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.
    Os países com as maiores populações não cristãs são: CHINA, ÍNDIA, INDONÉSIA, JAPÃO, BANGLADESH, PAQUISTÃO, NIGÉRIA, TURQUIA e IRÃ, todos na Janela 10/40.
    Devido a estes fatos, torna-se primordial para nós, cristãos, neste novo milênio, focalizar nossos recursos, sejam espirituais, financeiros ou sociais, sobre o necessitado povo que vive na Janela 10/40.
    Se desejamos mudar este quadro, devemos considerar alguns fatos de muita importância:
    - O significado Bíblico e histórico
    - O domínio do islamismo, do hinduismo e do budismo
    - A pobreza acentuada
    - A diversidade de línguas e culturas
    - A concentração de seitas diabólicas

    Países que formam a Janela 10/40
    ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES
    Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuweit, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.
    ÁFRICA – 12 PAÍSES
    Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.
    ÁSIA – 21 PAÍSES
    Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan (Formosa) e Vietnã.
    EURÁSIA – 3 PAÍSES
    Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.
    EUROPA – 4 PAÍSES
    Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.
    Nem todos os crentes sabem que no mundo ainda há povos completamente ignorantes da existência de Jesus Cristo e seu plano redentor. Poucos se importam em saber que hoje no oriente há cristãos presos e sendo torturados por causa de sua fé. Quantos têm um programa intensivo de oração pelos povos não alcançados pelo evangelho? Saber que há povos cometendo suicídios e guerras, por falta de esperança ou fanatismo, não é um assunto que interessa a todos os cristãos.
    Os cristãos no mundo estão direcionando apenas 1,2% do seu fundo missionário e de seus missionários estrangeiros para bilhões de pessoas que vivem no mundo evangelizado.
    No mundo ainda há dezenas de país com suas portas total ou parcialmente fechadas à entrada de missionários.
    Há 28 países muçulmanos (sem incluir seis da antiga união soviética), 7 nações budistas, 3 Marxistas e 2 países hindus, formando o maior aglomerado de povos não alcançados.

    Porque evangelizar os povos da Janela 10/40
    - Porque ali vive o maior número de povos não alcançados pelo evangelho. Cobre 1/3 total do planeta e representa 2/3 da população do mundo. São cerca de 3,2 bilhões de - pessoas em 61 países.
    - Porque ali está a maioria dos seguidores das 3 maiores religiões do mundo: Islamismo, Budismo e Hinduismo.
    - Porque de cada 10 pobres na terra, 8 estão nessa região.
    - Porque dos 50 países menos evangelizados do mundo 37 estão nessa área.
    - Porque as maiores Capitais do mundo estão nessa região.
    De acordo com os missiólogos, há diversidades no número de povos não alcançados pelo evangelho hoje. Para Ralph Winter, há 17 mil povos não alcançados e 12 mil línguas. David Barrete declara que são 11 mil o número total de povos não alcançados. Bob Waymire também arrola 11 mil povos diferentes no mundo. Patrick Johnstone avalia em 12.017 o total de povos não alcançados em todo o mundo. Subtraindo desse número os povos entre os quais há cristãos, missionários de fora e autóctones, restam apenas 1.200 povos a serem alcançados. Em sua perspectiva, 99% da população do mundo serão cobertos, inteiramente, com a mensagem do evangelho se ela for transmitida, no máximo, entre 400 e 500 línguas diferentes.
    Então concluímos que missões, ainda não é um assunto sério para muitas igrejas. Enquanto templos são enfeitados e grande parte do tempo é utilizada para inúmeros programas, missões é ocasional, ainda não é assunto íntimo.

    O Mundo dos povos não alcançados
    Segundo alguns estudiosos, temos aqui algumas estatísticas:
    - Cada hora 10700 crianças nascem e morrem sem escutar as Boas Novas em países da Janela 10/40;
    - Cada hora de esforço missionário resulta em 9.800 pessoas escutando o evangelho pela primeira vez;
    - O resultado é a redução no mundo não evangelizado de 500 pessoas a cada hora, ou pouco mais que 4 milhões de pessoas por ano.
    - 9 em cada 10 países mais pobres do mundo estão na África e 8 destes são parte do mundo menos evangelizado.

    A Igreja é perseguida em muitos destes países.Pastores, obreiros e muitos fiéis são mortos´todos os dias defendendo e proclamando o nome de Jesus.A Igreja Perseguida é formada por todos os cristãos que vivem hoje em países onde a pregação do Evangelho de Jesus Cristo é proibida. Ela é formada por pessoas que todos os dias são vítimas de maus tratos e muitas vezes até morte. Esses nossos irmãos e irmãs têm sofrido agressões, ameaças, mortes, alguns são levados como prisioneiros e torturados por amor ao Senhor Jesus...Cabe a nós ajuda-los.
    Como?
    Contribuindo com as missões e, principalmente, ORANDO, INTERCEDENDO EM ORAÇÃO.Nossos irmãos precisam de nossa ajuda.

    SHOLLON
    26 Jun 2010
    Admin · 95 vistos · 0 comentários
    MISSÔES UM LINDO PROPÓSITO DE DEUS

    1 Introdução

    Nos últimos duzentos anos da história humana, avançamos em todos os campos do conhecimento científico-tecnológico, mais do que nos últimos 2000 anos. Os avanços experimentados em tantos segmentos, não foram suficientes para dar conforto interior a milhares de pessoas. Em muitos países do mundo, vemos ainda índices de suicídio elevados, taxas de criminalidade crescentes, crises e conflitos sociais como o desemprego, pobreza, e fome.

    Podemos concluir, que vivemos em tempos difíceis que foram profetizados, em II Timóteo 3:1-5 pelo apóstolo Paulo, nas seguintes palavras: "1Lembre disto: nos últimos dias haverá tempos difíceis. 2 Pois muitos serão egoístas, avarentos, orgulhosos, vaidosos, xingadores, ingratos, desobedientes aos seus pais e não terão respeito pela religião. 3 Não terão amor pelos outros e serão duros, caluniadores, incapazes de se controlarem, violentos e inimigos do bem. 4 Serão traidores, atrevidos e cheios de orgulho. Amarão mais os prazeres do que a Deus; 5 parecerão ser seguidores da nossa religião, mas com as suas ações negarão o verdadeiro poder dela. Fique longe dessa gente!" (NTLH).

    Nas palavras proféticas de Paulo, acerca dos tempos finais, concluímos que a humanidade avançou no conhecimento geral, e regrediu em seus conceitos morais e principalmente em seu relacionamento com Deus. O profeta Isaías vislumbrou os dias de hoje e disse em Isaías 33: 9 "A terra geme e desfalece; o Líbano se envergonha e se murcha; Sarom se torna como um deserto, Basã e Carmelo são despidos de suas folhas."

    Qual o remédio para uma sociedade em crise moral e espiritual? Qual a solução para um mundo que clama por alívio, por paz e solução para os seus conflitos? O salmista aqui nos dá a resposta: "Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas". Meu irmão, a Igreja de Cristo é a resposta para os povos que clamam. A Igreja de Cristo é a resposta de Deus, para um mundo que está em crise moral.

    2 Desenvolvimento

    ST. PORQUE A IGREJA DE CRISTO É A RESPOSTA DE DEUS AO CLAMOR DOS POVOS?

    2.1 Porque através da Igreja, o mundo conhecerá a glória de Deus: "Anunciai entre as nações a sua glória…".

    Nosso grande objetivo, nossa grande missão, meu irmão, é anunciar a glória de Deus as nações. O mundo precisa conhecer a glória de Deus. Gostaria aqui, de fazer algumas considerações.

    Primeiro, entendamos o que é a glória de Deus. A glória de Deus está associada à majestade e o brilho que acompanham a revelação da presença e do poder de Deus. Aqui, quero levar você a lembrar da experiência de Isaías com a glória de Deus, no capitulo 6, de seu livro. No ano 640 a.c, em que o rei Uzias morreu, Isaías tem uma visão. Nesta visão ele vislumbra Deus sentado num alto e sublime trono em sua expressão máxima de sua glória. Enquanto em Jerusalém haviam disputas pelo poder, instabilidade, conflitos sociais e desordem, pelo fato do trono de Uzias está vazio, Isaías vê que o trono celestial permanece ocupado. Deus estará sempre em seu trono, seu governo será eterno.

    Isaías fica fascinado com esta visão da glória de Deus. Ele cai em si. E conclui: "Ai de mim! Estou perdido! Pois os meus lábios são impuros, e moro no meio de um povo que também tem lábios impuros….". Ao ver Deus em seu trono de glória, Isaías entende que é apenas um pecador. Aprendemos aqui, algo importante: QUANDO UM HOMEM PRESENCIA UMA MANIFESTAÇÃO DA GLÓRIA DEUS, HÁ UM RECONHECIMENTO DE SUA CONDIÇÃO PECAMINOSA. A glória de Deus nos faz entender quem somos. Somos pecadores que carecem da misericórdia do nosso Deus.

    Quando Isaías reconhece o seu pecado, Deus envia um de seus serafins com uma brasa que tinha sido tirada do altar. (verso 6). Este anjo toca na boca do profeta. Há aqui, duas coisas importantes: Primeiro. Deus está purificando o profeta. O fogo é visto como uma ação purificadora do Espírito Santo. Isaías precisa ser purificado porque sem santidade, sem pureza em sua vida, sem consagração, sem separação para o serviço, ele não poderia falar e anunciar a mensagem de seus para os seus compatriotas. Segundo. Após ter sua vida e seus lábios santificados com brasa, Isaías está em condições de ser um porta voz de Deus para sua nação.

    Vejo na história relatada neste capitulo, quatro momentos importantes na vida de Isaías:

    1)visão da glória de Deus.

    2)sentimento de reconhecimento do estado pecaminoso.

    3)a ação santificadora de Deus.

    4) a chamada divina e o envio.

    Após ter sua vida transformada sobrenaturalmente e experimentado o poder santificador de Deus Isaías ouve do Senhor: "A quem enviarei? Quem há de ir por nós?" Deus está aqui, despertando Isaías para a importante tarefa de anunciar sua mensagem para Israel.

    Aqui, faço menção a um detalhe importante: não podemos ser mensageiros de uma verdade não experimentada. Não podemos ser porta vozes de uma glória não testemunhada, não sentida, não vivida. Não podemos dar a outros d’aquilo que nunca tivemos. Deus então, permite ao profeta vê-lo em seu trono de glória. E esta experiência permite que Isaías fale de uma glória que ele mesmo experimentou em sua vida. Quero sua atenção para um principio importante, que aqui passo a clarear: A IGREJA DO SENHOR, ANUNCIARÁ AS NAÇÕES UMA MENSAGEM A RESPEITO DA GLÓRIA DE DEUS, QUE RESULTE DE SUA PRÓPRIA EXPERIÊNCIA COM DEUS. O que quero dizer, é que as nações precisam ser alcançadas por uma glória de Deus, que também nos alcançou. Portanto, meu irmão quando você dizer a alguém algo do tipo: "veja a glória de Deus", o que espera-se de mim e você é que também tenhamos em nossas vidas a mesma experiência.

    Há ainda outro aspecto a tratar acerca da glória de Deus. Este tem a ver com o fato, que precisamos aprender a perceber a revelação dessa glória em nosso cotidiano. Era isto que Jesus queria ensinar a Marta e Maria. Em João 11, verso 3, as duas irmãs de Lázaro mandam dizer a Jesus: "Senhor, o seu querido amigo Lázaro está doente!". O que viam neste cenário, Marta e Maria? Viam a glória de Deus? Não. Enxergavam apenas a enfermidade. Viam a situação como a maior parte de nós vê. E a verdade, meu irmão é que nós vemos nossas crises, problemas, conflitos e dores de forma limitada. Vemos geralmente pelo pior ângulo. O ângulo da incredulidade, da impossibilidade e da murmuração. Porém, Jesus estava presente naquele momento da vida de Marta e Maria, e queria ensiná-las a ver as suas crises e calamidades de um novo modo. Em sua resposta a Marta e Maria, no verso 4 Jesus demonstra essa nova forma de ver uma crise ou enfermidade: "Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus,…". Jesus estava ensinando a Marta e Maria, que elas precisavam aprender a enxergar como a glória de Deus se manifesta por meio de nossos conflitos humanos. Aprenda você também a ver nos momentos difíceis de sua vida Deus se revelando em sua glória.

    Ao se deparar com um problema difícil, ore assim: "Senhor, me ensina a ver a tua glória nesta situação". Tenho certeza que Deus não negará a nenhum de nós, experiências diárias e cotidianas com a sua glória. AS NAÇÕES NÃO ALCANÇADAS, INTERPRETAM OS SEUS CONFLITOS PELO PIOR ÂNGULO POSSÍVEL. E por isso, a Igreja do Senhor é a resposta para o clamor dos povos, porque temos experimentado seguidas manifestações da glória de Deus em nós, e precisamos compartilhar isto com outros, para que estes aprendam a ver a glória de Deus através de seus conflitos e crises.

    2.2 A igreja de Cristo é a resposta ao clamor dos povos, porque através dEla, o mundo verá as maravilhas do Senhor: "…entre todos os povos, as suas maravilhas."

    O salmista está dizendo, que a Igreja anunciará também "…entre todos os povos as suas maravilhas…". Quero definir o termo "maravilhas". No grego a palavra é: dunamiv (dunamis). Dunamis pode ser traduzido como poder, força ou habilidade para realizar milagres. Estamos então falando de sinais milagrosos realizados por Deus.

    Em êxodo 4, após ter recebido de Deus a ordem para comandar o êxodo dos israelitas no Egito, Moisés questiona Deus dizendo: "Mas, os israelitas não vão acreditar em mim, nem dar atenção ao que eu falar e vão dizer que o Senhor não me apareceu". Deus então manda Moisés pegar o seu bastão e jogá-lo no chão. Inexplicavelmente, acontece um milagre. O bastão transforma-se em cobra (cap.4:4). Deus realiza ainda, nos versos seguintes outros milagres. Mas preste atenção ao que Deus diz a Moisés no verso 5: "Faça isso para provar aos israelitas que o Senhor, o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó apareceu a você".

    O que concluímos com estes versos? Moisés deveria anunciar a mensagem de Deus a Faraó. E este anúncio seria acompanhado por maravilhas e sinais. E estes sinais comprovariam que Deus estava ao lado de Moisés.

    Jesus foi claro ao dizer em Marcos 16:17,18 que "Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados."

    Mas, é neste ponto da nossa reflexão que desejo lhe questionar. Você tem visto ultimamente, muitos sinais operados por Deus através de sua vida? Talvez, alguns de nós, honestamente concluiremos que não. Certamente somos levados a concluir, que hoje observamos uma visível redução da manifestação de milagres como aqueles que Jesus realizava, como mortos que ressuscitavam, paralíticos que andavam.

    Talvez você pergunte: Será que Deus mudou sua maneira de agir com relação a milagres? Acredito que não. Nós é que mudamos nossas atitudes. A diminuição de milagres em sua vida ou até a ausência, pode ser explicada pela ausência de vida consagrada e santa no altar no Senhor. Precisamos aqui, lembrar das palavras de Josué ditas ao povo no capítulo 3:5, quando ele e os israelitas estavam diante do rio Jordão, e precisavam de um milagre para atravessar o rio: "Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós…".

    A escassez de milagres na vida de muitos crentes resulta da ausência de um projeto de vida, dirigido para busca de santidade. Santifique-se meu irmão, porque somos a resposta de Deus para os problemas desta geração, e precisamos pedir ao Senhor que evidencie sinais e maravilhas entre todos os povos ainda não alcançados.

    Em alguns momentos de nossas vidas, precisamos confrontar o poder maligno, por meio de sinais e maravilhas. Quem não se lembra do confronto de forças entre Elias e os 400 profetas de Baal? O povo estava dividido entre o Deus de Elias e o deus dos 400 profetas. Mas, foram sinais milagrosos realizados por Deus, diante daquela multidão dividida, que provaram aos indecisos e aos de coração dividido que Deus é Senhor absoluto e soberano.

    Temos visto, muitos operadores de milagres trabalhando para o maligno, por meio de uma semeadura incessante de engano. Destronemos satanás destes corações seduzidos por falsos milagres e sinais, e peçamos a Deus, que derrame em nossas vidas um novo tempo de manifestações de sinais e maravilhas.

    3 Conclusão

    Entenda que Deus projetou a sua vida para que você seja um instrumento dEle em um plano de salvação daqueles que estão perdidos. Porém, é preciso saber se você tem se colocado nas mãos do Senhor como um vaso nas mãos do oleiro. Será que Deus pode contar com você? Será que você pode falar como Isaias, que disse: "eis-me aqui Senhor, envia-me a mim".
     SHALLON QUE DEUS TE ABENÇOE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    26 Jun 2010
    Admin · 111 vistos · 0 comentários
    O ECUMENISMO

    Discernindo os rumos do ecumenismo

    Não tenho a pretensão de escrever um tratado completo e definitivo sobre os esforços ecumênicos em andamento na atualidade. Quero apenas avaliar o assunto à luz da Palavra Profética. Não recorro a ela como mera coleção das profecias registradas nas Sagradas Escrituras – no Antigo e no Novo Testamento – mas vejo-a como base para uma perspectiva espiritual do tempo presente, conforme Paulo escreveu: "Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.

    Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente" (1 Co 2.13-14). O que acontece hoje, aqui e agora, no mundo e no meio cristão? Qual o significado desses desenvolvimentos para os cristãos verdadeiros? Até que ponto o Movimento Ecumênico abre caminho para o cenário dos tempos finais? Que reação nosso Senhor Jesus Cristo espera de nós? Até onde o ecumenismo já avançou e até onde vai prosseguir? No que pensamos quando falamos de ecumenismo? No contexto bíblico, ecumênico significa simplesmente "relativo a toda a terra habitada; universal" ou apenas "o mundo". Esse conceito é usado, por exemplo, em Mateus 24.14: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim". O sentido bíblico do termo "ecumênico" é o da união de todos os crentes por iniciativa do Espírito Santo.

    O ecumenismo que se busca hoje, ao contrário, promove uma união com base no que poderíamos chamar de "menor denominador comum" (usando terminologia matemática). Seus porta-vozes confundem a unidade dos verdadeiros crentes, como João a descreve (veja Jo 17.21-23), com a união de igrejas e organizações ou, ampliando ainda mais sua abrangência, com a união de todos os que de alguma forma crêem em Deus ou em alguma divindade. A Bíblia, porém, enfatiza com muita clareza a exclusividade da verdadeira Igreja, fundada sobre a Palavra de Deus. Encontramos menção dessa base principalmente nos Atos dos Apóstolos: "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações" (At 2.42). Através de esforços e manobras políticas visando unir todas as organizações e denominações jamais surgirá o que a Bíblia chama de "assembléia dos santos", a união dos "separados".

    A "Igreja de Deus" é um organismo espiritual, separado e chamado para fora do mundo pelo próprio Deus por meio da obra salvadora de Jesus Cristo na cruz, com a finalidade de ser algo especial para o louvor da graça de Deus: "Depois de fazer sair todas as (ovelhas) que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim... Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor" (Jo 10.4,14,16). É preciso adiantar que o ecumenismo não é apenas uma corrente religiosa. Trata-se de um movimento mundial abrangente desde tempos imemoráveis. O movimento ecumênico acontece paralelamente à mudança geral de valores da sociedade humana e tem pontos de contato com as palavras mágicas do "Ocidente cristão": tolerância, paz, humanidade, justiça e preservação da natureza. Ele propaga uma "nova espiritualidade" – seja isso o que for – e usa uma terminologia predominantemente religiosa. Suas fontes podem ser encontradas em movimentos políticos, culturais e sociais que buscam a globalização em grande escala.

    O ecumenismo em ofensiva no mundo inteiro O ecumenismo já avançou mais do que geralmente se supõe. Em última análise, esse é um caminho sem volta, pois o pensamento ecumênico que já se infiltrou em igrejas, denominações e organizações não pode mais ser corrigido ou extirpado. A única alternativa é pessoal: indivíduos demonstrando determinação para se afastarem terminantemente de tudo que é relacionado a esse movimento. O ecumenismo não se consumará somente quando todas as igrejas, religiões e agremiações assinarem uma declaração de fé conjunta. Isso nunca vai acontecer. Um muçulmano fundamentalista não celebrará a Ceia do Senhor com um cristão convicto, nem um budista adorará a "Virgem Maria" ao lado de um católico. A aspiração por uma união mundial "no campo religioso", segundo o lema "Não haverá paz no mundo sem paz entre as religiões", não quer dizer que cada religião, representada por uma comissão de especialistas, trará suas crenças e que desse caldo se extrairá uma fé comum. Essa forma de ecumenismo, como muitos crentes a imaginam, não é viável e nem é o que seus defensores e fomentadores buscam. Não se trata de aproximar declarações de fé, como aconteceu com a "Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação" assinada pela Igreja Católica e por igrejas protestantes.

    Esse foi apenas um "tigre de papel". O ecumenismo tem pretensões muito mais revolucionárias. Não se busca uma nova fé – mas um novo "Deus" É preciso criar um novo "Deus", que seja adequado a todos os desejos e às condições imaginadas por todos os homens da terra. Esse ato de criação humana é promovido e estimulado através de intensos esforços. O novo "Deus", ou novo conceito de "Deus", é oposto ao Pai celeste, antagônico ao Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Esse novo "Deus" humanamente criado será aceito por toda a humanidade por negar o verdadeiro Criador e que Seu Filho Jesus Cristo é " o caminho, a verdade e a vida" (veja Jo 14.6). Segundo o ecumenismo, não são as declarações de fé que precisam se aproximar; o próprio Deus deve se adequar à imaginação humana. É justamente isso que levará à adoração de um homem no final dos tempos, conforme lemos em Apocalipse 13.11-18. "Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis" (v.18). O teólogo Walter G. Bauer escreveu: O cristianismo aniquila o futuro da humanidade com o nome ‘Jesus'''''''''''''''' – essa é a verdade! O cristianismo mata a divindade com o nome de Deus! Por isso, esse nome não deve mais ser pronunciado, mas apenas parafraseado! Deus precisa de um novo nome para que possa ser novamente Deus; Ele o receberá porque quer voltar a ser Deus entre nós, para que O reconheçamos como o Deus de todos os homens, que nos faz uma só exigência e nos impõe uma única lei: sermos todos irmãos na grande família humana que é formada por muitos povos.

    Toda a existência na face da terra terá um novo parâmetro, e ‘Homem'''''''''''''''' será o novo nome de Deus. É constrangedor transcrever essas afirmações. Apenas o faço para mostrar como o processo de criação de uma nova idéia de Deus já está mais adiantado do que imaginamos. O mesmo é comprovado pela declaração da falecida Madre Teresa de Calcutá, muito estimada até mesmo por alguns membros de igrejas consideradas bíblicas: Quando encontramos Deus face a face e O recebemos em nossa vida, seremos melhores hindus, melhores católicos, melhores o que quer que sejamos, pois devemos aceitar a Deus da forma como Ele existe em nossa imaginação". Ecumenismo não é a compilação de doutrinas e tradições existentes, mas a criação de uma nova visão de mundo e de uma idéia de Deus que abrange todas as religiões. Para ilustrar, transcrevo uma citação de uma revista católica: A unificação das religiões, estimulada pelo Santo Padre João Paulo II e aclamada por Sua Santidade o Dalai Lama, é o alvo que será atingido em breve. Virá o dia em que o amor ao próximo, defendido tão enfaticamente por Buda e Jesus Cristo, salvará o mundo, pois haverá o maior empenho conjunto para impedir a destruição da humanidade, conduzindo-a a luz na qual todos cremos". Precisamos confrontar essas afirmações com a santa e eterna Palavra de Deus.

    A situação acima citada é descrita no Salmo 2: "Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e o seu Ungido, dizendo: Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas. Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá. Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos advertir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor. Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho; porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira. Bem-aventurados todos os que nele se refugiam." Na verdade, o Movimento Ecumênico é um movimento anticristão, mesmo que certas igrejas afirmem o contrário. O ecumenismo atual não se preocupa com missões, em alcançar pessoas com a mensagem do Evangelho para que sejam salvas, mas busca o diálogo, segundo o lema: "Creia no que eu creio e crerei na sua fé".

    Pensamentos sedutores e agradáveis
    Uma frase ecumênica repetida impensadamente por muitos cristãos é: "A doutrina separa, a oração une". Outros adeptos do ecumenismo dizem: "Devemos construir pontes e não muros". Outros, ainda, anunciam: "Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor". Todos esses pensamentos parecem muito lógicos, o que explica sua grande aceitação, principalmente por serem repetidos por líderes eclesiásticos considerados fiéis. Mas as três afirmações citadas são diametralmente opostas ao ensino bíblico!

    A doutrina separa, a oração une
    É absolutamente verdade que a Palavra de Deus produz separação, muitas vezes de maneira mais radical do que nós teríamos coragem de fazer. Mas será que podemos unir em oração o que a Palavra de Deus separa e afasta? Através da oração podemos suspender proibições e mandamentos claros de Deus? Podemos deixar de lado a doutrina do Novo Testamento sobre o batismo ou a Ceia do Senhor para nos unirmos em oração em torno de assuntos que consideramos mais importantes? Que atrevimento em relação à santa Palavra de Deus, que nos diz na Segunda Epístola de João: "Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más" (2 Jo 1.9-11). Como podemos unir em oração o que Deus claramente separou?

    Devemos construir pontes e não muros
    Sem considerar que o tema pontes não é mencionado pela Bíblia e que muros aparecem em torno de trinta vezes no texto sagrado, separação é um assunto recorrente no Plano de Salvação. Construir muros é uma exigência de Deus e visa distinguir amigos de inimigos (veja Is 62.6). Muros ofereciam proteção contra os inimigos e também, simbolicamente, diante da influência exercida por aqueles que não criam no Deus de Abraão, Isaque e Jacó (veja Is 26.1-2). Era assim na Antiga Aliança, e na Nova Aliança encontramos a ordenança de demarcar fronteiras e estabelecer os limites entre os renascidos e os que apenas dizem crer em Jesus. Paulo escreve: "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente" (1 Co 2.14). Será que é necessária uma exortação ainda mais clara sobre a necessidade de distinção entre cristãos renascidos e cristãos apenas nominais? Já não houve demasiadas decisões equivocadas e de conseqüências funestas em muitas igrejas por terem sido dominadas por pessoas que não eram crentes? Como se processa o "ide" de Jesus se no fundo todos "crêem" em algum deus? A quem devo pregar o Evangelho se construo pontes, indicando que a fé e a descrença nem se encontram tão distantes uma da outra?

    A diferença que existe entre um cristão renascido e um cristão nominal não será anulada através de uma ponte, mas somente pelo amor de Deus. E uma das características imutáveis do amor de Deus é a verdade. Por mais que desejemos, não existem pessoas semi-salvas; há apenas salvos e perdidos. Quando construímos uma ponte para as pessoas perdidas, isso acontece apenas no sentido de atraí-las para o lado da verdade, de conduzi-las das trevas para a luz. Tal ponte serve apenas para salvação e não para um entendimento entre cristãos nominais, dando a entender que, de alguma forma, todos acreditamos nas mesmas coisas. Quem constrói esse tipo de ponte torna-se culpado em relação aos que chama de cristãos sem que o sejam realmente, com base na verdade bíblica. Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor Essa fórmula de Agostinho (citada livremente) é aparentemente lógica, mas também apresenta dois problemas: Primeiro, ela passa a impressão de que a mensagem bíblica se divide em partes relevantes e secundárias, importantes e sem importância, em princípios básicos, que devem ser seguidos por todos os cristãos, e doutrinas secundárias que cada um pode interpretar como quiser.

    Isso acabou conduzindo a uma fórmula que se tornou popular nos últimos anos: "O que importa é Jesus, o resto não interessa". Essa afirmação dissocia a pessoa de Jesus Cristo de Seus ensinamentos e da missão que nos deu. O alvo de muitas iniciativas "interconfessionais" é a conversão e não o ensino. O objetivo evangelístico justifica, por assim dizer, os meios, e reduz as diferenças ao "menor denominador comum". A fórmula de Agostinho apresenta outro problema: quem decide o que é relevante e o que é secundário? E como é possível que acima disso tudo esteja o amor de Deus? É um grave erro adotar levianamente certas fórmulas, lemas e ditados que até parecem profundos e espirituais mas, no final, diluem as verdades absolutas do Evangelho. Esse é o outro tópico que quero salientar neste artigo. O Movimento Ecumênico usa os métodos da sedução É característica básica da sedução não ser evidente nem facilmente detectável. Os enganadores formulam seus postulados usando terminologia espiritual, religiosa e bíblica, mas de significado diferente. Eles encobrem e disfarçam habilmente suas intenções e seus propósitos e é difícil decifrar o que se esconde nas entrelinhas de certas declarações ou atrás de fatos apresentados de maneira positiva.

    Um marco no caminho em busca da "união das igrejas" foi a assinatura da "Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação", a respeito da qual o Vaticano comentou: Em Augsburgo acontece hoje um fato do maior significado. Os representantes da Igreja Católica e da Federação Luterana Mundial assinam uma declaração a respeito de um dos principais temas que colocou em antagonismo católicos e luteranos: a doutrina sobre a justificação pela fé... Esse é um marco no dificultoso caminho da restauração da plena unidade entre os cristãos... Confiemos o caminho ecumênico à intercessão maternal da Santa Virgem. O jornal Frankfurter Allgemeine comentou a respeito: É uma flagrante distorção dos fatos e do texto considerar o documento revolucionário, como se ele contivesse uma mudança na conhecida reivindicação absolutista de Roma. A doutrina da justificação continua sendo um dos critérios imprescindíveis e não o critério imprescindível.O próprio comentário do jornal é problemático. Simplificando, ele diz que a assinatura do documento pelas igrejas não mudou absolutamente nada no fato da Igreja Católica continuar reivindicando ser a única que salva! O movimento ecumênico percorre a trilha do engano e da sedução, pois o alvo de Satanás é confundir o maior número possível de crentes.

    Ele sabe o que a história eclesiástica comprova: a sedução é um meio mais eficaz de diluir e enfraquecer as convicções espirituais do que a perseguição. Em outras palavras: o cristianismo não precisa ser eliminado ou erradicado . Basta neutralizá-lo. Com a nova idéia globalizada de Deus o cristianismo não desaparecerá, mas será esvaziado – ficando sem Jesus como o Caminho, a Verdade e a Vida. A reivindicação de Jesus de ser o Salvador de todos os homens é a base do Evangelho e ao mesmo tempo o que mais incomoda o Movimento Ecumênico.

    cuidado amados.

    shalon

    rev ALEX FERREIRA

    27 Abr 2010
    Admin · 58 vistos · 0 comentários
    CUÍDADO DEUS NAO SE DEIXA ESCARNECER (parte 1)

    No princípio do século XIX, quando pouca ênfase era dada à segunda vinda de Cristo, Guilherme (William) Miller, pastor batista do Estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos, dedicou-se ao estudo e a pregação deste assunto. Lendo Daniel 8.14, "Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado", Miller passou a fazer deste versículo o tema duma grande controvérsia sobre os eventos futuros.

    I. RESUMO HISTÓRICO DO ADVENTISMO
    Calculando que cada um dos 2.300 dias da profecia de Daniel representava um ano, Miller tomou o regresso de Esdras do cati­veiro no ano 457 a.C. como ponto de partida para o cálculo de que Cristo voltaria à Terra, em pessoa, no ano de 1834. Esta previsão fora feita em 1818.

    Tão grande foi o impacto causado por essa revelação de Miller, que muitos crentes, vindos de diferentes igrejas, doaram suas pro­priedades, abandonaram os seus afazeres, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março daquele ano. O dia aprazado chegou, mas o tão esperado acontecimento não se deu. Revisando seus cálculos, Miller concluiu que havia errado por um ano, e anun­ciou que Cristo voltaria no dia 21 de março do ano seguinte, ou seja, de 1844. Porém, ao chegar essa data, Miller e seus seguido­res, em número aproximado de 100 mil, sofrem nova decepção. Uma vez mais Miller fez um novo cálculo segundo o qual Cristo voltaria no dia 22 de outubro daquele mesmo ano; porém essa previsão falhou também.

    1.1. Miller Reconhece o Seu Erro
    Guilherme Miller deu toda prova de sinceridade, confessando simplesmente que havia se equivocado em seu sistema de inter­pretação da profecia bíblica. Nesse tempo ele mesmo escreveu: "Acerca da falha da minha data, expresso francamente o meu desapontamento... Esperamos naquele dia a chegada pessoal de Cristo; e agora, dizer que não erramos é desonesto! Nunca deve­mos ter vergonha de confessar nossos erros abertamente" (A His­tória da Mensagem Adventista, p. 410).

    1.2. Novas Tendências
    Não obstante Miller ter reconhecido o seu erro em marcar o dia da volta de Cristo pela interpretação da profecia, nem todos os seus seguidores estavam dispostos a abandonar essa mensa­gem. Dos muitos grupos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova igreja baseada numa nova interpretação da mensagem de Miller. Esta nova interpretação surgiu de uma "revelação" de Hiram Edson, fervoroso discípulo e amigo de Miller. Segundo Edson, Miller não estava equivocado em rela­ção à data da vinda de Cristo, mas sim em relação ao local. Disse ele que na data profetizada por Miller, Cristo havia entrado no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de puri­ficação ali.

    Guilherme Miller não aceitou essa interpretação nem seguiu ao novo movimento. Quanto a isto ele mesmo escreveu: "Não tenho confiança alguma nas novas teorias que surgiram no movimento; isto é, que Cristo veio como Noivo, e que a porta da graça foi fechada; e que em seguida a sétima trombeta tocou, ou que foi de algum modo o cumprimento da profecia da sua vin­da" (A História da Mensagem Adventista, p. 412).

    Até o fim dos seus dias, em 20 de dezembro de 1849, com sessenta e oito anos incompletos, Miller permaneceu como cristão humilde e consagrado. Ele morreu na fé e na esperança de estar em breve com o Senhor.

    1.3. Anos Posteriores a Miller
    Dos três grupos que apoiaram Hiram Edson na sua nova "re­velação", dois deles deram substancial contribuição para a forma­ção da seita hoje conhecida como "Adventismo do 7a Dia".
    O primeiro era dirigido por Joseph Bates, que observava o sábado, e não o domingo. O segundo grupo dava muita ênfase aos dons espirituais, particularmente ao de profecia, e tinha entre os seus membros a senhora Helen Harmon (mais tarde senhora White), que dizia ter o dom de profecia.

    Ao se unirem os três grupos, cada um deu a sua contribuição para a nova igreja em formação: o primeiro, a revelação de Edson com respeito ao santuário celestial; o segundo, o legalismo; e o terceiro grupo cooperou com uma profetiza que por mais de meio século haveria de exercer influência predominante na fundação e crescimento da nova igreja.

    Não obstante possuir uma esperança escatológica, o Adventismo do Sétimo Dia espos a uma doutrina pouco coerente com a revelação divina dada através das Escrituras


       shallon DEUS te abençoe

    18 Abr 2010
    Admin · 348 vistos · 0 comentários
    CÍDADO DEUS NAO SE DEIXA ESCARNECER
     A GUARDA DO SÁBADO
    A guarda do sábado é sem dúvida o principal ponto de contro­vérsia da doutrina do Adventismo do Sétimo Dia. O próprio com­plemento do nome desta seita, "Sétimo Dia", mostra quanta afini­dade existe entre o adventismo e o sábado.
    O Adventismo ensina que o crente deve observar o sábado como o dia de repouso, e não o domingo. Crê que os que guardam o domingo aceitarão a "marca da besta" sob o governo do Anticristo. Helen White ensina que a observância do sábado é o selo de Deus; enquanto o domingo será o selo do Anticristo.

    2.1. Origem da Doutrina Sabática
    Já mostramos que dos três grupos que se juntaram para for­mar o Adventismo, o primeiro era liderado por Joseph Bates, e observava o sábado como dia semanal de descanso. Contudo, a observância do sábado como dia de repouso tomou força quan­do a senhora Helen White começou a alegar ter recebido uma "revelação", segundo a qual Jesus descobriu a arca do concerto e ela pode ver dentro as tábuas da Lei. Para sua surpresa, o quarto mandamento estaria no centro, rodeado de uma auréola de luz.

    2.2. Uma Doutrina Insustentável
    Evidentemente, não temos qualquer preconceito contra o Adventismo pelo simples fato de seus adeptos guardarem o sába­do. Questionamos o Adventismo pelo fato de fazerem desse ensi­no um cavalo de batalha contra as igrejas evangélicas que têm o domingo como dia de repouso semanal.
    Dos dez mandamentos registrados em Êxodo 20, o Novo Tes­tamento ratifica apenas nove, excetuando o quarto, que fala da guarda do sábado. Por exemplo, compare os mandamentos da co­luna esquerda com os da coluna direita:

    1. " Não terás outros deuses diante de Mim" (Ex 20.3) - "...vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra..." (At 14.15).
    2. "Não farás para ti imagem de escultura" (Êx 20.4) - "Filhinhos, guardai-vos dos ídolos" (Jo 5.21).
    3. "Não tomaras o nome do Senhor teu Deus em vão" (Ex 20.7) - "... não jureis nem pelo Céu, nem pela terra" (Tg 5.12).
    4. "Lembra-te do dia do sába­do, para o santifícar" (Ex 20.8) - (Não há este mandamento no Novo Testamento)
    5. "Honra a teu pai e a tua mãe" (Êx 20.12) - "Filhos, obedecei a vossos pais" (Ef 6.1).
    6. "Não matarás" (Êx 20.13) - "Não matarás" (Rm 13.9).
    7. "Não adulterarás" (Êx 20.14) - "Não adulterarás" (Rm 13.9).
    8. "Não furtarás" (Êx 20.15) - "Não furtarás" (Rm 13.9).
    9. "Não dirás falso testemunho" (Êx 20.16) - "Não mintais uns aos outros" (Cl 3.9).
    10. "Não cobiçarás" (Êx 20.17) - "Não cobiçarás" (Rm 13.9).

    O Novo Testamento repete pelo menos:

    • 50 vezes o dever de adorar somente a Deus;
    • 12 vezes a advertência contra a idolatria;
    • 4 vezes a advertência para não tomar o nome do Senhor em
    vão;
    • 6 vezes a advertência contra o homicídio;
    • 12 vezes a advertência contra o adultério;
    • 6 vezes a advertência contra o furto;
    • 4 vezes a advertência contra o falso testemunho;
    • 9 vezes a advertência contra a cobiça.

    Em nenhum lugar do Novo Testamento, no entanto, é encon­trado o mandamento de guardar o sábado
     SHALLON QUE DEUS TE ABENÇOE
    18 Abr 2010
    Admin · 191 vistos · 0 comentários
    TRANSTORNO BIPOLAR

    que é?
    O transtorno afetivo bipolar era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos. Por enquanto basta-nos compreender o que vem a ser o transtorno bipolar. Com a mudança de nome esse transtorno deixou de ser considerado uma perturbação psicótica para ser considerado uma perturbação afetiva.
    A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos. Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro. O termo mania é popularmente entendido como tendência a fazer várias vezes a mesma coisa. Mania em psiquiatria significa um estado exaltado de humor que será descrito mais detalhadamente adiante.
    A depressão do transtorno bipolar é igual a depressão recorrente que só se apresenta como depressão, mas uma pessoa deprimida do transtorno bipolar não recebe o mesmo tratamento do paciente bipolar.

    Características
    O início desse transtorno geralmente se dá em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas pode começar mesmo após os 70 anos. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, iniciando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias, já com sintomas psicóticos o que muitas vezes confunde com síndromes psicóticas. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos) o que muitas vezes confunde os médicos retardando o diagnóstico da fase em atividade.

    Tipos
    Aceita-se a divisão do transtorno afetivo bipolar em dois tipos: o tipo I e o tipo II. O tipo I é a forma clássica em que o paciente apresenta os episódios de mania alternados com os depressivos. As fases maníacas não precisam necessariamente ser seguidas por fases depressivas, nem as depressivas por maníacas. Na prática observa-se muito mais uma tendência dos pacientes a fazerem várias crises de um tipo e poucas do outro, há pacientes bipolares que nunca fizeram fases depressivas e há deprimidos que só tiveram uma fase maníaca enquanto as depressivas foram numerosas. O tipo II caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania com depressão.
    Outros tipos foram propostos por Akiskal, mas não ganharam ampla aceitação pela comunidade psiquiátrica. Akiskal enumerou seis tipos de distúrbios bipolares.

    Fase maníaca
    Tipicamente leva uma a duas semanas para começar e quando não tratado pode durar meses. O estado de humor está elevado podendo isso significar uma alegria contagiante ou uma irritação agressiva. Junto a essa elevação encontram-se alguns outros sintomas como elevação da auto-estima, sentimentos de grandiosidade podendo chegar a manifestação delirante de grandeza considerando-se uma pessoa especial, dotada de poderes e capacidades únicas como telepáticas por exemplo. Aumento da atividade motora apresentando grande vigor físico e apesar disso com uma diminuição da necessidade de sono. O paciente apresenta uma forte pressão para falar ininterruptamente, as idéias correm rapidamente a ponto de não concluir o que começou e ficar sempre emendando uma idéia não concluída em outra sucessivamente: a isto denominamos fuga-de-idéias.. O paciente apresenta uma elevação da percepção de estímulos externos levando-o a distrair-se constantemente com pequenos ou insignificantes acontecimentos alheios à conversa em andamento. Aumento do interesse e da atividade sexual. Perda da consciência a respeito de sua própria condição patológica, tornando-se uma pessoa socialmente inconveniente ou insuportável. Envolvimento em atividades potencialmente perigosas sem manifestar preocupação com isso. Podem surgir sintomas psicóticos típicos da esquizofrenia o que não significa uma mudança de diagnóstico, mas mostra um quadro mais grave quando isso acontece.

    Fase depressiva
    É de certa forma o oposto da fase maníaca, o humor está depressivo, a auto-estima em baixa com sentimentos de inferioridade, a capacidade física esta comprometida, pois a sensação de cansaço é constante. As idéias fluem com lentidão e dificuldade, a atenção é difícil de ser mantida e o interesse pelas coisas em geral é perdido bem como o prazer na realização daquilo que antes era agradável. Nessa fase o sono também está diminuído, mas ao contrário da fase maníaca, não é um sono que satisfaça ou descanse, uma vez que o paciente acorda indisposto. Quando não tratada a fase maníaca pode durar meses também.

    Exemplo de como um paciente se sente
    ...Ele se sente bem, realmente bem..., na verdade quase invencível. Ele se sente como não tendo limites para suas capacidades e energia. Poderia até passar dias sem dormir. Ele está cheio de idéias, planos, conquistas e se sentiria muito frustrado se a incapacidade dos outros não o deixasse ir além. Ele mal consegue acabar de expressar uma idéia e já está falando de outra numa lista interminável de novos assuntos. Em alguns momentos ele se aborrece para valer, não se intimida com qualquer forma de cerceamento ou ameaça, não reconhece qualquer forma de autoridade ou posição superior a sua. Com a mesma rapidez com que se zanga, esquece o ocorrido negativo como se nunca tivesse acontecido nada. As coisas que antes não o interessava mais lhe causam agora prazer; mesmo as pessoas com quem não tinha bom relacionamento são para ele amistosas e bondosas.

    Sintomas (maníacos):
    Sentimento de estar no topo do mundo com um alegria e bem estar inabaláveis, nem mesmo más notícias, tragédias ou acontecimentos horríveis diretamente ligados ao paciente podem abalar o estado de humor. Nessa fase o paciente literalmente ri da própria desgraça.
    Sentimento de grandeza, o indivíduo imagina que é especial ou possui habilidades especiais, é capaz de considerar-se um escolhido por Deus, uma celebridade, um líder político. Inicialmente quando os sintomas ainda não se aprofundaram o paciente sente-se como se fosse ou pudesse ser uma grande personalidade; com o aprofundamento do quadro esta idéia torna-se uma convicção
    delirante.
    Sente-se invencível, acham que nada poderá detê-las.
    Hiperatividade, os pacientes nessa fase não conseguem ficar parados, sentados por mais do que alguns minutos ou relaxar.
    O senso de perigo fica comprometido, e envolve-se em atividade que apresentam tanto risco para integridade física como patrimonial.
    O comportamento sexual fica excessivamente desinibido e mesmo promíscuo tendo numerosos parceiros num curto espaço de tempo.
    Os pensamentos correm de forma incontrolável para o próprio paciente, para quem olha de fora a grande confusão de idéias na verdade constitui-se na interrupção de temas antes de terem sido completados para iniciar outro que por sua vez também não é terminado e assim sucessivamente numa fuga de idéias.
    A maneira de falar geralmente se dá em tom de voz elevado, cantar é um gesto freqüente nesses pacientes.
    A necessidade de sono nessa fase é menor, com poucas horas o paciente se restabelece e fica durante todo o dia e quase toda a noite em hiperatividade.
    Mesmo estando alegre, explosões de raiva podem acontecer, geralmente provocadas por algum motivo externo, mas da mesma forma como aparece se desfaz.
    A fase depressiva
    Na fase depressiva ocorre o posto da fase maníaca, o paciente fica com sentimentos irrealistas de tristeza, desespero e auto-estima baixa. Não se interessa pelo que costumava gostar ou ter prazer, cansa-se à-toa, tem pouca energia para suas atividades habituais, também tem dificuldade para dormir, sente falta do sono e tende a permanecer na cama por várias horas. O começo do dia (a manhã) costuma ser a pior parte do dia para os deprimidos porque eles sabem que terão um longo dia pela frente. Apresenta dificuldade em concentra-se no que faz e os pensamentos ficam inibidos, lentificados, faltam idéias ou demoram a ser compreendidas e assimiladas. Da mesma forma a memória também fica prejudicada. Os pensamentos costumam ser negativos, sempre em torno de morte ou doença. O apetite fica inibido e pode ter perda significativa de peso.

    Generalidades
    Entre uma fase e outra a pessoa pode ser normal, tendo uma vida como outra pessoa qualquer; outras pessoas podem apresentar leves sintomas entre as fases, não alcançando uma recuperação plena. Há também os pacientes, uma minoria, que não se recuperam, tornando-se incapazes de levar uma vida normal e independente.
    A denominação Transtorno Afetivo Bipolar é adequada? Até certo ponto sim, mas o nome supõe que os pacientes tenham duas fases, mas nem sempre isso é observado. Há pacientes que só apresentam fases de mania, de exaltação do humor, e mesmo assim são diagnosticados como bipolares. O termo mania popularmente falando não se aplica a esse transtorno. Mania tecnicamente falando em psiquiatria significa apenas exaltação do humor, estado patológico de alegria e exaltação injustificada.
    O transtorno de personalidade, especialmente o borderline pode em alguns momentos se
    confundir com o transtorno afetivo bipolar. Essa diferenciação é essencial porque a conduta com esses transtornos é bastante diferente.

    Qual a causa da doença?
    A causa propriamente dita é desconhecida, mas há fatores que influenciam ou que precipitem seu surgimento como parentes que apresentem esse problema, traumas, incidentes ou acontecimentos fortes como mudanças, troca de emprego, fim de casamento, morte de pessoa querida.
    Em aproximadamente 80 a 90% dos casos os pacientes apresentam algum parente na família com transtorno bipolar.


    Como se trata?
    O lítio é a medicação de primeira escolha, mas não é necessariamente a melhor para todos os casos. Freqüentemente é necessário acrescentar os anticonvulsivantes como o tegretol, o trileptal, o depakene, o depakote, o topamax.
    Nas fases mais intensas de mania pode se usar de forma temporária os antipsicóticos. Quando há sintomas psicóticos é quase obrigatório o uso de antipsicóticos. Nas depressões resistentes pode-se usar com muita cautela antidepressivos. Há pesquisadores que condenam o uso de antidepressivo para qualquer circunstância nos pacientes bipolares em fase depressiva, por causa do risco da chamada "virada maníaca", que consiste na passagem da depressão diretamente para a exaltação num curto espaço de tempo.
    O tratamento com lítio ou algum anticonvulsivante deve ser definitivo, ou seja, está recomendado o uso permanente dessas medicações mesmo quando o paciente está completamente saudável, mesmo depois de anos sem ter problemas. Esta indicação se baseia no fato de que tanto o lítio como os anticonvulsivantes podem prevenir uma fase maníaca poupando assim o paciente de maiores problemas. Infelizmente o uso contínuo não garante ao paciente que ele não terá recaídas, apenas diminui as chances disso acontecer.
    Pacientes hipertensos sem boa resposta ao tratamento de primeira linha podem ainda contar com o
    verapamil, uma medicação muito usada na cardiologia para controle da hipertensão arterial que apresenta efeito anti-maníaco. A grande desvantagem do verapamil é ser incompatível com o uso simultâneo do lítio, além da hipotensão que induz nos pacientes normotensos
    dados DE FONTES PASTORAIS
        rev alex ferreira

    14 Mar 2010
    Admin · 86 vistos · 0 comentários
    TUDO SOBRE O VOODÚ
    ESTE É UM ESTUDO, PARA ISSO TEMOS QUE CONHECER

    15 Jan 2010
    Admin · 334 vistos · 1 comentário
    reencarnaçao a luz da bíblia

    Segunda

    Sl 78.39 A morte é um caminho sem retorno.
    Terça Hb 9.27 Ao homem está ordenado morrer uma vez.
    Quarta Lc 16.26 Há um grande abismo entre os vivos e os mortos.
    Quinta 1 Jo 1.7 É o sangue de Jesus que purifica o pecador; e não, as supostas reencarnações.
    Sexta 1 Co 15.42 A doutrina da ressurreição dos mortos elimina a crença reencarnacionista.
    Sábado 2 Tm 4.1 É Deus, em Jesus Cristo, que julgará os vivos e os mortos.
     TEXTO ÁUREO“Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu agora? Poderei eu fazê-la mais voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Sm 12.23). VERDADE PRÁTICAA doutrina da reencarnação nega a Bíblia e menospreza a salvação em Cristo, a ressurreição dos mortos e o julgamento final.                                                                                                                                                                                                                                                                                                 OBJETIVOSApós esta aula, o aluno deverá estar apto a: INTERCEDER     PELA CONVERSÃO DOS REENCARNACIONISTAS.DISTINGUIR       ENTRE ENCARNAÇÃO E REENCARNAÇÃO.EXPLICAR           AS DISTORÇÕES DA TEORIA DA REENCARNAÇÃO.   SUMÁRIO 


     

    1 – INTRODUÇÃO:                                          2 – DESENVOLVIMENTO: I - SEU SIGNIFICADO:a. Conceitob. No Oriente  II - SEUS OBJETIVOS:a. Busca da perfeição ou da salvaçãob. Reencarnação e Cristianismoc. Reencarnação à luz da Bíblia e d. Não há salvação em Jesus.          III - SUAS DISTORÇÕES:a. Fonte da teologia cristãb. Distorção Científicac. Distorção bíblica IV - SUA POPULARIDADE:a. Aceitação na Sociedadeb. Razão do seu cerscimento 3 – CONCLUSÃO: 4 - QUESTIONÁRIO:


     

      REENCARNAÇÃO INTRODUÇÃO LEITURA BÍBLICA EM CLASSE (I Tm 4:1-5) 1 - Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores  e a doutrinas de demônios,2 – pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência,3 – proibindo o casamento e ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fiéis e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças:4 – porque toda criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças,5 – porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificada.   INTRODUÇÃO propriamente ditaA doutrina da reencarnação é tão antiga quanto a humanidade. É originária do hinduísmo, mas está presente no budismo, no jaínismo e no sikhismo. É defendida pelos hare krishnas, kardecistas e muitos outros grupos na atualidade. Tem fortes vínculos com a prática da necromancia e está no bojo do movimento Nova Era. A reencarnação é uma falsa crença inspirada por satanás para levar o homem à perdição eterna. I – SEU SIGNIFICADO: 1. Conceito. Reencarnação não é o mesmo que encarnação. A Bíblia fala da encarnação do Verbo para enfatizar que Deus fez-se homem (Jo 1.14; 1 Tm 3.16), pois Jesus veio em carne (1 Jo 4.1,2). A reencarnação é uma crença defendida por quase todas as religiões derivadas do hinduísmo. O termo significa “voltar na carne”, pois seus adeptos acreditam que, na morte física, a alma não entra num estágio final, mas volta ao ciclo de renascimentos. É chamada também de transmigração da alma e metempsicose.2. No Oriente. As reencarnações nas religiões acima mencionadas não são exatamente iguais. No hinduísmo, o “eu” sobrevive à morte e torna a reencarnar. No budismo não existe o “eu”, porquanto não há alma para migrar, não é necessariamente o morto que volta para reencarnar, mas outra pessoa. Os adeptos do hare khrishna acreditam que a alma de quem morre pode reencarnar em seres inferiores, nos animais e até nos insetos. A reencarnação tornou-se muito popular nos diversos ramos do Movimento Nova Era, no espiritismo, no kardecismo, etc. II. SEUS OBJETIVOS: 1. Busca da perfeição ou da salvação. Os adeptos dessa doutrina buscam a perfeição por meio de um processo evolutivo até que os ciclos da roda de reencarnações parem de girar. Rejeitando a salvação em Jesus, acreditam na doutrina do carma: lei que determina o lugar de um indivíduo na reencarnação, ou seja, a pessoa vai colher o que semeou na suposta encarnação anterior; é o princípio hindu de causa e efeito. Nem todos os reencarnacionistas acreditam na garantia da salvação final de todos. No entanto, a crença mais comum é que apenas um período de vida não é suficiente para os seres humanos aperfeiçoarem-se. 2. Reencarnação e cristianismo. Essas crenças são contrárias à teologia bíblica, pois nelas não há espaço para a doutrina da ressurreição dos mortos, da redenção pela fé no sacrifício de Jesus no Calvário, do julgamento divino sobre os infiéis, do inferno ardente. Ensinando a salvação pelo esforço humano, colocam-se em aberta oposição à Bíblia Sagrada. 3. Reencarnação à luz da Bíblia. A Bíblia afirma que “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hb 9.27). Essa declaração resume o ensino bíblico sobre o destino do homem após a morte, constituindo-se num golpe mortal contra a doutrina da reencarnação com todas as suas ramificações. Nós vivemos apenas uma vez, e depois da morte, segue-se o juízo. A reencarnação, portanto, não existe (Jo 9.1-3).4. Não há salvação sem Jesus. O Senhor Jesus levou sobre o madeiro todos os nossos pecados (1 Pe 2.24); este é o único meio de salvação. Jesus é o único Salvador! (At 4.12). Ele mesmo há de julgar os vivos e os mortos (At 17.31; 2 Tm 4.1). III. SUAS DISTORÇÕES 1. Fonte da teologia cristã. As doutrinas cristãs não podem ser fundamentadas em experiências pessoais, pois os sentimentos humanos acham-se comprometidos em conseqüência da Queda do homem no Éden (Jr 17.9 cf. Gn 3.1-24). Por isso, Deus revelou-se a si mesmo através da sua Palavra, a Bíblia Sagrada. De onde, pois, vem a doutrina da reencarnação? Dos espíritos malignos manifestos nos médiuns. 2. Distorção científica. Muitas pesquisas são feitas inutilmente com o intuito de procurar os fundamentos científicos da reencarnação. Por outro lado, a ciência confirma o que a Bíblia sempre ensinou: é na concepção que começa uma nova vida — um ser humano individual e único (Sl 139.15, 16; Zc 12.1). Portanto, afirmar que a reencarnação é comprovada cientificamente, como fazem os seus apologistas, é uma distorção da verdade.  3. Distorção bíblica. Os defensores da reencarnação usam passagens bíblicas para fundamentar suas crenças. Embora rejeitem a Bíblia, reconhecem o respeito que o povo, de modo geral, tem pela Palavra de Deus. Por essa razão, sempre que possível, usam passagens das Escrituras, arrancadas violentamente de seu contexto, para dar roupagem bíblica àquilo em que acreditam. E, assim, conseguem persuadir os incautos. a) Novo nascimento não é reencarnação. O novo nascimento a que Jesus se referiu no diálogo com Nicodemos nada tem a ver com a reencarnação. Jesus está falando da regeneração, do nascer da água e do Espírito (Jo 3.3-5). Disse Ele ainda: “o que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3.6). Nas “reencarnações”, a pessoa nasceria sempre da carne.b) João Batista não é Elias reencarnado. A crença de que João Batista era a reencarnação de Elias é inconsistente, pois Elias não morreu; logo, não se desencarnou (2 Rs 2.11). A expressão “no espírito e virtude de Elias” (Lc 1.17) não é o mesmo que reencarnação. O próprio João afirmou que não era Elias (Jo 1.21). O que temos aqui são características pessoais e ministeriais comuns a ambos os profetas. Por isso é que os discípulos entenderam que Jesus falara de João Batista quando disse: “Elias já veio” (Mt 17.12,13). IV. SUA POPULARIDADE 1. Aceitação na sociedade.  A reencarnação tornou-se comum na vida dos que não conhecem a Deus e a sua Palavra. Políticos, cientistas, empresários e artistas de Hollywood são, hoje, os principais promotores dessa doutrina. Isso mostra que a única maneira de o homem proteger-se do erro é pelo conhecimento da Palavra de Deus (Ef 6.10-18) 2. Razão do seu crescimento. A popularidade da reencarnação é o resultado da tendência humana de procurar escapar do inferno sem a ajuda de Deus. A Bíblia afirma que o “deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho” (2 Co 4.4). Nessa cegueira espiritual, diz-lhe Satanás que não há mais solução, porque o homem está simplesmente colhendo o que semeou na suposta encarnação anterior.   CONCLUSÃO Os adeptos da reencarnação estão preparados para defender suas crenças em qualquer foro. Todavia, nós estamos com a verdade, e Deus é conosco. Por isso devemos lutar pela salvação deles, pois fazem parte do grupo não alcançado pelo evangelho. Esse desafio é tarefa da Igreja, Jesus ordenou-nos pregar o evangelho a toda criatura (Mc 16.15). 
    QUESTIONÁRIO
    1. Qual a origem da doutrina da reencarnação?R. É originária do hinduísmo, mas está presente no  budismo e jainismo. 2. Qual o significado do termo “reencarnação”?R. O termo significa “voltar na carne”; pois acredita-se que na morte física, a alma entra num ciclo de renascimentos. 3. Onde encontramos na Bíblia que não há retorno após a morte?R. Hebreus 9.27. 4. Por que as doutrinas cristãs não podem ser fundamentadas em experiências pessoais?R. Porque os sentimentos humanos acham-se comprometidos em conseqüência da Queda do homem (Jr 17.9; Gn 3.1-24) 5. Por que a popularidade da reencarnação está aumentando?R. Por causa da tendência humana de procurar escapar do inferno sem a ajuda de Deus. 
        SÍNTESE TEXTUAL A difusão moderna da reencarnação no Brasil, deve-se, principalmente, a propagação das obras de Hippolyte Leon Denizard Rivail, conhecido por Allan Kardec, pseudônimo adotado em 18 de abril de 1857. Kardec nasceu em Lyon, na França, em 3 de outubro de 1804 e faleceu com a idade de 65 anos. Na lápide tumular consta a síntese de sua crença reencarnacionista: “Nascer, morrer, renascer é progredir sempre, esta é a lei”. H. L. Denizard Rivail era um homem erudito, mas que se deixou fisgar em 1855 por fenômenos sobrenaturais. Desde então, passou a ser guiado por um “espírito” que lhe informou ter sido seu amigo em uma reencarnação anterior, período em que seu nome era Allan Kardec, razão pela qual adotou o novo nome. Desde então, dedicou-se exclusivamente a doutrina espírita. Escreveu várias obras que codificam o espiritismo e a doutrina reencarnacionista. Entre elas destacam-se: O Livro dos Espíritos (1857) e O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864). SUBSÍDIO APOLOGÉTICO -  “JESUS, NICODEMOS E O NOVO NASCIMENTO. O diálogo entre Jesus e Nicodemos, registrado em João 3.1-21, é freqüentemente usado pelos espíritas como prova de que Jesus, ao dizer a Nicodemos que lhe era necessário nascer de novo, estava pregando a reencarnação. Ora, só aqueles que ignoram o significado da palavra grega anothen – traduzida no v. 3 por ‘nascer de novo’ – é que fazem uso de tal argumento. Porém, o significado literal desse vocábulo é nascer do alto, nascer de cima, nascer de Deus. Portanto, não se refere a um nascimento após um processo biológico, intra-uterino, e sim, por meio da operação do Espírito de Deus no interior do homem. Isto nada tem haver com a reencarnação.Se a doutrina reencarnacionista fizesse parte dos ensinamentos de Jesus, a grande oportunidade de divulgá-la e confirmá-la seria durante a memorável conversa daquele que era mestre em Israel com Aquele que é o Mestre dos mestres. A pergunta de Nicodemos: ‘Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?’ não poderia ter sido respondida, caso Jesus fosse reencarnacionista, da seguinte maneira: ‘Isto é possível, Nicodemos. Basta você reencarnar?’ Mas a resposta de Cristo foi: ‘Na verdade, na verdade te digo, quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus’.”  I – O QUE É REENCARNAÇÃO          Reencarnação – Falsa doutrina que está presente em diversas seitas e religiões.          Nos últimos dias, por incrível que possa parecer, há até “evangélicos” que se curvam a tal doutrina. Que Deus nos guarde!          Reencarnação:

             “Crença de que, após a morte, a alma de um ser humano retorna à vida com outro corpo. Entendido como sinônimo de metempsicose, o termo abrange também o renascimento ou retorno sob a forma de outras espécies”.

     Três palavras para explicar reencarnação:          a) TRANSMIGRAÇÃO – O termo mais antigo - idéia de que a alma passa de um lugar para outro, de um corpo para outro corpo -  uma alma humana é capaz de retornar sob qualquer outra forma de vida, seja vegetal, animal, humana, demoníaca ou divina…” (Reencarnação. In: Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, v.5, p.583).         b) METEMPSICOSE – Termo que se originou na Grécia Antiga - mudança, passagem da alma de um lugar para outro -  “movimento cíclico por meio do qual um mesmo espírito, após a morte do antigo corpo em que habitava, retorna à existência material, animando sucessivamente a estrutura física de vegetais, animais ou seres humanos”.         c) REENCARNAÇÃO – O termo mais recente - uma alma humana pode retornar à terra com a finalidade de viver novamente, mas somente um outro corpo humano. Ø      Doutrina da reencarnação - ensino frontalmente oposto ao que Deus revelou ao homem em Sua Palavra.  II – BREVE HISTÓRICO DA DOUTRINA DA REENCARNAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE Reencarnação – Doutrina que já é, nos mais antigos textos sagrados do hinduísmo, a começar dos Vedas, que datam de cerca de 1.500 a.C.;           Reencarnação – Verdadeira reação do inimigo ao seu desmascaramento no Éden;           Hinduísmo - A doutrina da reencarnação é a da transmigração ou metempsicose, sendo, até hoje, a principal religião do subcontinente indiano e ;           Budismo – A doutrina da reencarnação é o “renascimento” - há vários planos de existência onde é possível a evolução espiritual da “energia vital”           “Cultos órficos” ou “religiões misteriosas” da Grécia Antiga - Celebrações e rituais para contacto com os mortos e, a partir daí, principalmente depois da formação da escola filosófica dos pitagóricos, passou-se a crer na imortalidade da alma e na transmigração das almas, no mesmo estilo do hinduísmo.              - A Cultura grega passou a aceitar a idéia da reencarnação, inclusive filósofos como Sócrates e Platão.             - A crença grega na reencarnação foi a principal responsável pela inserção deste pensamento na cultura helenística, inclusive entre os judeus. 
    • Pensamento judeu anterior à influência grega não aceitava a reencarnação, mas, sim, a ressurreição – Jó 19:25,26; II Sm.12:23
    • Os fariseus também aceitaram a doutrina da reencarnação, assim como o filósofo judeu Filo (contemporâneo de Jesus).
    • A crença popular na reencarnação atingia até os discípulos de Jesus, mas o Senhor  reprovou este pensamento (Jo.9:1-3).
    • Parte dos judeus aceitam até hoje a reencarnação, principalmente os seguidores da “Cabala”.
    • Outros movimentos que aceitam a reencarnação: jainismo, sikhismo, Hare Krishna
    • Os apóstolos jamais ensinaram a reencarnação como doutrina da Igreja. Nos primeiros séculos, alguns “Pais da Igreja”, fortemente influenciados pela filosofia de Platão, chegaram a admitir a reencarnação, como foi o caso de Orígenes de Alexandria, que, porém, se retratou em suas últimas obras.
    • O Segundo Concílio de Constantinopla, em 553, oficialmente reconheceu como herética a doutrina da reencarnação.
          - O islamismo rejeita a reencarnação, mas também não ficou livre da influência do pensamento reencarnacionista – os drusos, ramo muçulmano do Líbano e da Síria, é reencarnacionista.       - Assim como fazem com a Bíblia, os reencarnacionistas distorcem a interpretação do Alcorão para dar base à sua doutrina naquele livro.       -  No século XIX, o pensamento reencarnacionista reaparece no Ocidente: a) “Doutrina Espírita” - Hippolyte Leon Denizard Rivail, o “Allan Kardec” (1804-1869) b) Teosofia - Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891) - Reaparecimento do pensamento reencarnacionista demonstra mobilização do “espírito do anticristo” (I Jo.4:3) - mais um sinal da iminência do arrebatamento da Igreja e do final desta dispensação.     III – A REFUTAÇÃO DA SUPOSTA BASE BÍBLICA DA FALSA DOUTRINA DA REENCARNAÇÃO Principal característica dos reencarnacionistas do século XIX - procurar mostrar que a reencarnação é uma doutrina com base bíblica. PRIMEIRA “BASE BÍBLICA” Mt.17:1-13 - João Batista seria Elias reencarnado.Entretanto, JOÃO BATISTA NÃO É ELIAS reencarnado, porque:  a) Elias não morreu (II  Rs.2:1-11) e, por isso, não poderia reencarnar;b) Quem apareceu a Jesus foi Elias (Mt.17:3), então ele não reencarnou em João Batista;c) Se reencarnação é progresso, João Batista não é reencarnação de Elias pois: c1) Elias fez sete milagres e João Batista, nenhum e;c2) Elias nunca foi preso por seus inimigos, apesar de sua ousadia mas, João Batista, preso e decapitado. SEGUNDA “BASE BÍBLICA” – Jo.3:3-5 Novo nascimento não é reencarnação, porque Jesus mostrou que: a)  O novo nascimento não é físico, mas espiritual (Jo.3:6)b)  Há necessidade da fé em Jesus para o novo nascimento (Jo.3:13-21) O próprio tradutor em português do “Livro dos Espíritos” (J. Herculano Pires) compromete a doutrina da reencarnação, pois : a)      Ao escrever uma nota, mostra que Kardec não tem argumento para sustentar a “base bíblica” da doutrina ; b)  Diz que a reencarnação tem “provas científicas”, mas também diz que a ciência a rejeita. “Provas científicas” da reencarnação: a) “Casos de lembranças de vidas anteriores em crianças”b) “Pesquisas hipnóticas de regressão de memória” (tema da lição 8)c) “avisos mediúnicos” d) “renascimentos com sinais e condições posteriormente verificados” Refutação destas “provas científicas”: a) Lembranças de crianças estão concentradas em áreas onde há uma predisposição cultural, social e psicológica favorável à reencarnação.- manipulação altamente provável, suspeição evidente. b) Avisos mediúnicos e renascimento com sinais e condições posteriormente verificados – ocorridos entre pessoas altamente envolvidas com os “espíritos-guia”, evidente aumento da probabilidade pelo conhecimento dos dados por parte dos “espíritos” - Dt.13 e Mt.24:23,24.  - Os reencarnacionistas, com sua falsa doutrina, procuram explicar a mente de Deus, o que é impossível de o homem fazer - Is.55:8,9 - Posição do crente deve ser a de não querer saber mais do que o que convém - Cl.2:18.      IV – O QUE DIZ A BÍBLIA SAGRADA SOBRE A REENCARNAÇÃO 
    • A Bíblia ensina que haverá ressurreição e não, reencarnação
    • A Ressurreição é a restituição à vida, ou seja, o retorno à unidade entre corpo, alma e espírito, que havia quando da vida física.
    • A Reencarnação, entretanto, diz que a alma e espírito assumem um novo corpo, uma nova identidade perante os homens.
    • A esperança de Jó é de ressurreição, não de reencarnação.
    • A nota característica da pregação cristã, desde o dia de Pentecostes, sempre foi a ressurreição de Cristo, a primícia dos que dormem, nunca foi a reencarnação (At.2:14-36).
     O Antigo Testamento sempre falou de ressurreição, nunca de reencarnação - Is.26:19; Dn.12:2. Assim como Jesus ressuscitou e não reencarnou, a Igreja ressuscitará e não reencarnará – I Co.15; Ap.20:4-6. Os que não são de Cristo também ressurgirão, não reencarnarão - Ap.20:5,11-15.  As “bases bíblicas” da reencarnação segundo o “pastor espírita” Nehemias Marien: a) I Pe.3:19 – O texto mencionado é mais uma prova bíblica da inexistência da reencarnação – por que os “espíritos em prisão” não reencarnaram do dilúvio até a morte de Jesus? Porque não há reencarnação!b) Jd.v6 –  O texto fala de anjos, não de homens. Além do mais, se não fosse isso, por que os anjos estão presos desde a rebelião contra Deus até o juízo final? Porque não há reencarnação! Perguntas mais comuns..O que é o Jainísmo?R - Escola heterodoxa da Índia, fundada por Maavira no séc. VI a.C., e caracterizada principalmente pela aceitação das doutrinas do carma e do ainsa, que levam a moral ascética extremamente severa, e pela oposição ao sistema de castas do bramanismo. ( Aurelio)             o Jainismo teve início cerca de 2.500 atrás, na Índia, seu Fundador: Nataputra Vardhamana, conhecido como Mahavira, “grande herói”, mas há evidências que tenham tido outros Tirthankaras antes de Mahavira. Maiores escrituras: O Jain Ágamas e Siddhantas. Adeptos: cerca de seis milhões, estando exclusivamente no sul e centro da Índia, especificamente em Mumbai. Seitas: há duas derivações, o Digambara (coberto pelo céu), seita cujos membros santos andam nus, ou então usam apenas uma tanga. Eles crêem que a salvação para as mulheres não é possível, somente se nascerem como homens na próxima vida. E os Svetambaras (vestidos de branco), seita que considera mitos pontos em comuns com os Digambaras, mas discordam com o aspecto do destino feminino.  O que é o Sikhismo?R - O Sikhismo iniciou 500 anos atrás, no norte da Índia, onde hoje é o Paquistão, seu Fundador é o Guru Nanak. Estima-se em nove milhões de adeptos, especialmente na Índia, no estado do Punjab. Seitas: além do Khalsa, há o Ram Raiyas, emUttar Pradesh, e dois grupos que possui Gurus vivos, Mandharis e Nirankaris.  Como explicar Hb 9.27 após Elias Lázaro e outros.R - O autor da epístola, explicando acerca do sacrifício de Jesus (que é único e perfeito) faz uma comparação com a morte do homem (que também é única). Que todos vão ter que morrer um dia todos sabemos, isso é natural, mas há as exceções, como por exemplo:Elias, Enoque, Lázaro e os crentes vivos na hora do arrebatamento. Este ñ é o único verso que fala sobre a morte, portanto ñ se deve tirar conclusões somente usando este verso. Na hermenêutica, a bíblia interpreta a sí mesma, então leia:Gn 3.19, Ec 3.20 e II Co 5.10. Deus abençõe irmão!             ‘Não, porque tanto Lázaro quanto os demais citados pelas Escrituras que tornaram a viver e posteriormente morreram, ressuscitaram para esta mesma existência, ou seja, simplesmente se lhes acrescentou uma porção de vida até que, em determinado momento, a morte os tragou definitivamente. Não puderam escapar do salário do pecado, mas este apenas foi 'adiado'. O escape de fato só pode ocorrer com a ressurreição pela qual os justos terão seus corpos transformados, ou seja, adquirirão uma nova existência, celestial, incorruptível. Aqui sim a morte será superada, vencida, deixada para trás. Então, se fosse possível, após esta situação (ressurreição para uma nova existência), morrer novamente (o que não será possível, de fato), ai sim nós poderíamos dizer que o princípio exposto em Hebreus 9.27 teria sido contraditado.

    Mesmo que Deus ressuscite alguém, este alguém vai ter que morrer e ser julgado.
     sallon que DEUS te abençoe
      REV:ALEX FERREIRA

    05 Jan 2010
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    culdados com os rítuais oculto
    O QUE A BÍBLIA DIZ ÀCERCA DO OCULTO

    A Bíblia é o único livro que tem autoridade para esclarecer este assunto, porque é a Palavra de Deus.

    Muitas pessoas têm os seus pontos de vista àcerca do oculto e acham muitas coisas. Mas vamos ver o que a Bíblia diz.

    Deus criou todas as coisas e entregou tudo nas mãos do homem. Satanás enganou o homem, que de sua livre vontade virou as costas a Deus e fez-se a si mesmo escravo do pecado, dominado por satanás.

    Deus decidiu ajudar a humanidade enviando ao mundo o Seu único Filho, Jesus Cristo.

    Jesus já fez tudo o que era preciso para nós sermos salvos. E a própria Bíblia dá testemunho disto:

    Actos 4:12 - "E não há salvação em nenhum outro, pois não há debaixo do céu qualquer outro nome dado aos ho-mens que nos possa salvar".

    Mais uma vez, veio satanás, para voltar a enganar o homem com religiões, filosofias, avareza, sinais sobrenaturais ligados com bruxaria e espiritismo, etc. Leva as pessoas a acreditar piamente que estão a servir a Deus, e que vão pelo caminho verdadeiro, "porque todas as religiões vão dar a Deus".

    Ao homem foi dada uma vontade própria. Não está nas mãos de Deus, nem de satanás, decidir o rumo da vida do homem. Antes, cabe a ele escolher: seguir Jesus, ou seguir satanás.

    1 - COMO SATANÁS ENGANA O HOMEM

    O ser humano é curioso por natureza e gosta de se envolver com coisas do oculto. O propósito do oculto é manifestar o poder sobrenatural para atrair a atenção das pessoas.

    As obras do oculto são o assunto mais reprovado pelas Escrituras quer no Velho Testamento como no Novo Testamento.

    O Velho Testamento (Deuteronómio 7:25-26) fala-nos das abominações e de como Deus rejeita essas coisas.

    "Queimarás no fogo as imagens dos seus deuses. Não cederás à tentação de ficares com a prata e com o ouro que as cobre, porque isso origina a tua ruína, e são uma abominação para o Senhor teu Deus... Detestá-la-ás e afastá-la-ás com horror".

    "Maldito o homem que faz uma estátua esculpida ou fundida, objecto abominável ao Senhor " (Deuteronómio 27:15)

    Satanás opera por detrás de toda a idolatria, para enganar as pessoas e afastá-las, cada vez mais, do verdadeiro caminho, que é Jesus.

    "... nada disto compreendem os que conduzem em procissão o seu ídolo de madeira e dirigem as suas orações a um deus que não pode salvar" (Isaías 45:20).

    Deus declara que o culto a imagens é culto a demónios.

    "... a carne sacrificada aos ídolos é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coi-sa? Pelo contrário, digo-vos que os que sacrificam, sacrificam aos demónios e não a Deus, e Eu não quero que vós tenhais parte com demónios" (I Corínti-os 10: 19-20).

    2 - AS OBRAS DO OCULTO

    Hoje já não é como nos tempos em que a Bíblia foi escrita. Naquele tempo chamavam-se bruxas, astrólogos, feiticeiros, videntes etc. Hoje são poucos os que têm estes nomes, mas por detrás da camuflagem de Professor, Doutor Ervanário e outros, as suas obras continuam a ser as mesmas. Mas a Bíblia continua a chamar tais pessoas de: bruxos, feiticeiros e mágicos. Pensando que servem a Deus (alguns), têm comunhão com demónios.

    ALGUNS TERMOS DO OCULTISMO E SEUS SIGNIFICADOS:

    BRUXARIA - curandeiros em oculto.

    ESPIRITISMO - sistema doutrinal que pretende pôr os homens em contacto com os espíritos dos mortos.

    ASTROLOGIA - suposta arte de ler o futuro e o destino através dos astros.

    FEITI&CCEDIL;ARIA - emprego de feitiços, encanto e sedução.

    CARTOM&ACIRC;NCIA - adivinhação do destino, pela leitura de cartas.

    MAGIA - religião e sortilégio de magos; utilizando propriedades da matéria (magia branca) ou fazendo interferir poderes demoníacos (magia negra).

    ALGUNS EXEMPLOS DE SIMBOLOS DE FEITIÇARIA DO OCULTO:

    - Cobras,

    - Rãs,

    - Budas,

    - Deuses de felicidade,

    - Ferraduras, unhas, figas,

    - Saquinhos com ossos, areia, alho...

    - Bocados de Cabelo ...

    - Defumadores.

    Tudo isto é conhecido nos dias de hoje, mas vejamos o que a Bíblia diz dos falsos e verdadeiros profetas.

    A Bíblia exorta-nos a não crermos em toda a gente, mas para vermos se o espírito é de Deus. Há um ditado que diz: "nem tudo o que luz é ouro". A questão é: "como é que eu posso provar os espíritos, saber se são de Deus ou não"?

    I João 4-1: "Amados, não creais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo".

    A resposta é simples, pela Palavra de Deus. A Palavra de Deus é o guia, a chave, a solução. É por ela que nós vamos saber. Há muita gente que diz coisas em Nome de Deus e quando vamos à Bíblia, não encontramos lá nada disso que proferem.

    Como é que nós devemos saber se isto que está aqui é verdadeiro ou falso? Se estamos a falar verdade ou mentira?

    Quando as pessoas não fazem o que a Bíblia diz, não se vê nada de Deus acontecer nas suas vidas. Elas teimam em afirmar que falam ou fazem práticas a favor e em nome de Deus! Decerto, se passa algo de errado com elas. A Bíblia ensina-nos: "pelos seus frutos os conhecereis".

    Se estiver num grupo onde se fala muito em Deus e do Nome de Jesus mas falam de tudo menos do que está na Bíblia - inventam-se histórias e os sinais de Marcos 16 não acontecem - pela Palavra de Deus chamamo-los de falsos. E Deus nos diz: "acautelai-vos dos falsos profetas". Aquilo que um homem de Deus diz tem que vir na Bíblia - a Palavra de Deus. Fora dela está tudo errado. Agora surge a pergunta: - « No espiritismo expulsam demónios? - Não. Entregam a vida a Jesus e recebem-no como seu Senhor e Salvador? - Não. São batizados no Espírito Santo e falam em línguas? - Não.»

    Nós não estamos a querer ridicularizá-los. Durante muitos anos a Igreja de Jesus andou a fazer o que era errado. Entretanto, as pessoas continuavam a desejar e a procurar o sobrenatural. Porém, noutros sítios. Então o diabo aproveitou-se e deu-lhes o sobrenatural. Como essas pessoas não sabem melhor, pensaram que esse sobrenatural era de Deus. Não liam a Bíblia. Mas hoje quero que saibam que há o sobrenatural de Deus e o do diabo. O sobrenatural de Deus é superior ao do diabo.

    Mas eis a solução de tudo: Se estivermos numa Igreja onde os bêbados se convertem, deixam os vícios e começam a viver condignamente; as prostitutas se convertem e se transformam em pessoas decentes; os drogados se convertem e são libertos pelo Poder de Deus; as pessoas são libertas de demónios ou os doentes são curados, essa é a Igreja de Jesus ( Pelos seus frutos os conhecereis ).

    A- A CONSULTA AOS MORTOS

    No Velho Testamento

    No espiritismo ensinam a comunicar com os mortos, com os espíritos e sobre a reencarnação. Vamos ver o que a Bíblia diz em Deuteronómio 18: 9-12:

    - " Quando chegarem à terra prometida, tomem cuidado! Não vão ficar corrompidos pelos horríveis costumes dos po-vos que vivem actualmente lá!

    Não haja ninguém no meio de ti que faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha; ou se dê à prática de encantamentos, ou se entregue à leitura dos astros, à adivinhação ou à magia, ao feiticismo, ao espiritismo, aos sortilégios ou à evocação dos mortos. Porque o Senhor abomina aqueles que se entregam a semelhantes práticas".

    Em II Crónicas 10:13, 14 (Bíblia Viva), podemos ler que Deus irritou-se com o rei Saúl, por ele ter ido consultar uma adivinhadora. Deus proíbe o espiritismo, pelos frutos que dele conhecemos.

    "Saúl morreu porque tinha desobedecido ao Senhor e porque tinha consultado um médium, em vez de pedir a orientação de Deus."

    A idolatria, a feitiçaria, o espiritismo e os adivinhadores irritam a Deus.

    II Reis 21:2-6 - "E fez o que parecia mal aos olhos do Senhor, conforme as abominações dos gentios que o Senhor desterrara de suas possessões de diante dos filhos de Israel.

    Porque tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha destruído, e levantou altares a Baal, e fez um bosque como o que fizera Acabe, rei de Israel, e se inclinou diante de todo o exército dos céus, e os serviu.

    E edificou altares na casa do Senhor, de que o Senhor tinha dito: Em Jesrusalém porei o meu nome.

    Também edificou altares a todo o exército dos céus em ambos os átrios da casa do Senhor.

    E até fez passar a seu filho pelo fogo, e advinhava pelas nuvens, e era agoureiro, e instituíu adivinhos e feiticeiros: e prosseguiu em fazer mal aos olhos do Senhor, para O provocar à ira."

    II Reis 21:10-16 - "Então o Senhor falou por intermédio dos profetas: Visto que o rei Manassés fez estas coisas más e ele é mais perverso que os amorreus que estiveram nesta terra há muitos anos, e visto que ele levou o povo de Judá a praticar a adoração de imagens: vou trazer males tão grandes sobre Jesrusalém e Judá, que os ouvidos que ouvirem a respeito desses males vão tinir de horror. Farei com que os reis de Israel conquistem Jerusalém e eliminarei Jerusalém como um homem limpa um prato e depois o vira de boca para baixo, para secar. E rejeitarei mesmo aqueles poucos que restarem do meu povo, e os entregarei nas mãos dos seus inimigos. Pois eles fizeram perante mim o que era mau, e provocaram a minha ira desde que tirei os seus pais do Egipto" (Bíblia Viva).

    Além da adoração de imagens, que é uma prática que Deus não tolera e que Manassés levou o povo a cometer, ele assassinou um grande número de pessoas inocentes. E Jerusalém, desde uma porta até à outra, estava cheia dos corpos das suas vítimas.

    Hoje, infelismente, também existem pessoas que levam outras a prestarem culto a imagens. Um dia, vão ter que dar contas a Deus, pelas coisas que andam a fazer.

    B- FEITIÇARIA E MAGIA

    II Reis 23: 4-5 - "E o rei mandou ao sumo sacerdote Hilquias, e aos sacerdotes da segunda ordem, e aos guardas do umbral da porta, que se tirassem do Templo do Senhor todos os vasos que se tinham feito para Baal, e para o bosque, e para todo o exército dos céus; e os queimou fora de Jerusalém, nos campo de Cedrom, e levou as cinzas deles a Betel.

    Também destituíu os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram para incensarem sobre os altos nas cidades de Judá, e ao redor de Jerusalém, como também os que incensavam a Baal, ao sol, e à lua, e aos mais planetas, e a todo o exército do céus".

    Quando este rei descobriu a maldade daqueles homens pegou neles e matou-os. Sabe qual é a sorte dos bruxos e dos feiticeiros? É que Jesus já os perdoou. Ele veio ao mundo e morreu na Cruz - trouxe-lhes o perdão. Antes de Jesus vir à terra a ordem que havia era de matá-los. Hoje, Jesus está à espera que eles se arrependam de levar as pessoas ao caminho da perdição, da morte eterna. Estamos a falar de vida ou de morte.

    Este rei fez o que era bom. Depois de encontrar a Palavra de Deus e ver qual era a vontade de Deus, andou a destruir todas as capelinhas. Ensinou o povo, acabando com as bruxas, derribando as casas de prostituição; exterminando os médius, feiticeiros, etc, pois queria seguir tudo o que tinha encontrado na Bíblia.

    Vejam ao ponto que este povo chegou: tinham a Bíblia e estiveram anos e anos sem que ninguém a lesse. E é isso que vemos em muitas Igrejas. Lêem outros livros e não a Bíblia. Mas Glória a Deus que Ele está a levantar um povo que leva a Bíblia a todos os povos, que não tem medo das opiniões dos outros que também se hão-de converter.

    No Novo Testamento

    Jesus nos adverte do seguinte: "largo é o caminho que nos leva à perdição". Há muitos caminhos no mundo. Há pessoas que buscam dinheiro e fama, querem ser importantes, querem ser vistos. Há muitos caminhos, mas todos levam à perdição, ao engano e à cegueira. Há só Um que leva à vida eterna. É Jesus.

    I João 4-1 "Amados, não creais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo".

    Mateus 7:13-15 - "Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que o encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores."

    Mateus 7:16-18 - "Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons."

    Como vimos em Mateus 7:13, são muitos os caminhos que os homens apresentam para se chegar ao céu, mas Deus o Pai, preparou apenas UM CAMINHO, o Seu Filho Jesus Cristo.

    A não ser que se encontre na Bíblia, não devemos seguir idéias de homem algum. Por exemplo, àcerca da Reencarnação, o que é que Deus diz?

    C- ÀCERCA DA REENCARNAÇÃO

    Algumas pessoas pensam que uma pessoa, depois de morrer, volta várias vezes ao mundo e que se purifica cada vez que cá vem. Olhe para o mundo lá fora e veja como é que ele está! Cada vez pior! Cada vez se faz mais mal uns aos outros! Se esta doutrina fosse verdadeira, o mundo estaria a caminhar para melhor. A consumação da reencarnação não existe. O diabo sabe imitar vozes. Ele é o imitador. Veja Hebreus 9:27:

    - " E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o Juizo ".

    Os mortos não andam por cá a passear estilo balão. As pessoas por vezes dizem: "mas eu fui a um sítio e eles disseram-me coisas que eram verdade". Claro! O diabo está cá, há muitos séculos, e anda a ver o que é que você faz. O que ele quer é enganar as pessoas. Vejamos o que Jesus diz em Lucas 16:19-26:

    - "Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finissimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele. E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico e foi sepultado. E no Hades ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te que recebeste os teus bens em vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quiserem passar daqui para vós não poderiam, nem tão pouco os de lá passar para cá".

    A lição a tirar daqui é muito simples: uma pessoa quando morre não fica cá na terra; ou vai para um sítio ou vai para outro e de lá nunca mais sai. Coitados daqueles que vão para o lugar errado! Quão terrível vai ser!

    A Bíblia diz que uma vez que a pessoa vai para o céu nunca mais sai de lá, e uma vez que a pessoa vai para o inferno também nunca mais sai de lá.

    Não há reencarnação. Os espíritos não voltam à terra. Não pode haver comunicação com os mortos. As pessoas não estão a comunicar com os mortos mas com demónios, que falam e depois fazem todo o tipo de males às pessoas.

    3 - O QUE TRAZ AS PESSOAS AO OCULTO

    - Procura de Poder

    - Procura de Fama (Conjuntos Rock)

    - Procurar Controlar Outros - nos negócios, em famílias (o casarem com quem eles querem); na separação de casais; na manipulação a nível de Partidos e Governos

    - Amaldiçoar quem se lhes oponha

    - Contactar entes já falecidos

    Temos a história de uma senhora que foi consultar uma "medium" para poder contactar o seu falecido marido. Depois da médium fazer as suas práticas, ouviu-se uma voz igualzinha à do marido, falando de coisas que só os dois sabiam. A senhora convenceu-se de que era o marido e fez tudo o que a médium mandou. Resultado: começou a sofrer grandes opressões: ouvia vozes e caía no meio da rua, descontrolada. Mais tarde, alguém lhe falou de Jesus. Entregou a vida a Jesus. Tudo foi quebrado e renunciado e ela ficou liberta.

    Isaias 8:19 - "Quando vos disserem: consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram entre dentes: - não recorrerá um povo ao seu Deus? a favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?"

    II Reis 22:17- queimaram incenso a falsos deuses

    SOLUÇÃO

    Quando uma pessoa se envolve nestes caminhos do Oculto, satanás fica com direito sobre a vida dessa pessoa e mais cedo ou mais tarde, ele vai cobrar-se dos favores que lhe andou a fazer. A pessoa tem que decidir: continuar a pedir favores a satanás ou seguir a Jesus. A escolha é pessoal!

    4 - O QUE FAZER PARA SE LIBERTAR DO OCULTO

    1º) ARREPENDA-SE

    "E muitos dos que tinham crido vieram confessar e declarar as suas práticas. E muitos dos que se tinham dedicado à magia trouxeram os seus livros e queimaram-nos diante de todos" (Actos 19:18-20)

    Devemos fazer o mesmo que estes irmãos fizeram.

    a) Reconheça e Confesse o seu Pecado Diante de Deus

    "Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar, e nos purificar de toda a injustiça" (I João 1:9)

    b) Deixe o seu Pecado Diante de Deus

    " Deixe o ímpio os seus caminhos e o pecador os seus projectos; volte-se para o Senhor, que terá piedade dele, para o nosso Deus que é generoso em perdoar " (Isaías 55:7)

    - Deite fora os Símbolos de Bruxaria

    - Renegue a esses envolvimentos

    - Rejeite satanás

    2º) RASGUE OS PACTOS COM SATANÁS

    Depois de dizer a Deus que nunca mais se envolverá com o oculto, rasgue esses compromissos ou pactos que tinha com o diabo, usando a autoridade investida no Nome de Jesus.

    Se você ainda não conhece Jesus como seu Senhor e Salvador, quer conhecê-Lo agora e entregar-Lhe a sua vida, faça comigo esta oração dizendo:

    - « Ó Deus eu venho a Ti no Nome de Jesus, pois a Tua Palavra diz, o que vem a Ti de modo nenhum o lançarás fora ( João 6:37 ). Eu creio no meu coração que Jesus é o Senhor que morreu por mim na cruz para me salvar. Arrependo-me de todos os meus pecados - do mal que te fiz - e peço-Te perdão. Eu entrego agora a minha vida a Jesus. Sê Tu o meu Senhor. Limpa-me de todos os meus pecados e ajuda-me a viver pela Tua Palavra. Obrigado por me salvares agora mesmo.»

     PORTANTO AMADOS QUE DEUS GUEI SEUS PASSOS.
    SHALLONN
                                   REV: ALEX FERREIRA

    02 Jan 2010
    Admin · 99 vistos · 0 comentários
    Alma e Espírito

    As palavras "alma" e "espírito" nas Escrituras provém de palavras hebraicas e gregas, línguas em que a Palavra de Deus foi escrita. Vejamos:

    Alma - No AT, vem do hebraico vpn (nephesh). Ocorre aproximadamente 755 vezes, sendo traduzida de diferentes formas, dependendo do contexto. No Novo Testamento, a palavra grega é quch (psyche) e ocorre aproximadamente 105 vezes.

    Espírito - No AT, são usadas as palavras Mwr (ruach) e hmvn (neshamah). Aparece 377 vezes. No Novo Testamento, a palavra grega para espírito é pneuma (pneuma); ocorre 220 vezes.
    Ambas são traduzidas de diversas formas nas Escrituras; eis alguns exemplos:
    Alma - vida (Gn 9:4,5; 35:18; Sl 31:13, etc), pessoa (Gn 14:21; Dt 10:22; At 27:37, etc), cadáver (Números 9:6); apetite (Ec 6:7) coração (Ex 23:9) ser vivente (Ap 16:3) pronomes pessoais (Sl 3:2; Mt 26:38)

    A palavra “alma” aparece na Bíblia aproximadamente 1600 vezes, e em nenhum caso refere-se a uma entidade fora do corpo, ou que seja “imortal”.

    Espírito - vento (respiração - Gn 8:1), espírito (no sentido de alento - Jz 15:19), atitude ou estado de espírito (Rm 8:15; I Co 4:21, etc), sopro ou hálito de Deus (II Ts 2:8, etc) consciência individual (I Co 2:11, primeira parte).
    Possui também outras definições: anjos e demônios (Hb 1:14; I Tm 4:1, etc) aplica-se como apelativo a Cristo (II Co 3:17) a Divina natureza de Cristo (Rm 1:4), a Terceira Pessoa da Trindade (Rm 8:9-11; I Cor. 2:8-12)
    O termo "espírito", em todas as vezes que aparece nas Escrituras referindo-se ao ser humano, não expressa o conceito de que o mesmo seja uma entidade imaterial consciente capaz de sobreviver fora do corpo.
    Por que existem tantos sentidos para as palavras “alma e espírito”? A línguas bíblicas não possuem um considerável número de verbetes. Como exemplo temos o hebraico, que não tem vogais, preposições, ou conjunções. É esta escassez de palavras que torna possível apenas uma assumir vários sentidos.
    Como comparação, vejamos a língua portuguesa. Mesmo sendo rica em letras e verbetes, enfrenta certas dificuldades. A palavra “manga” tem mais de 1 sentido: manga de um casaco; a fruta cujo nome é manga, etc. Se a nossa língua, com seus muitos verbetes têm palavras com vários sentidos, imagine o alfabeto hebraico !

    Apesar das diversas traduções, é importantíssimo sabermos que o conceito básico de "espírito" e "alma" encontramos no texto de Gênesis 2:7, onde nos é mencionado o processo utilizado por Deus na criação do homem:
    “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente”. Gênesis 2:7.
    Deus formou ao homem de 2 elementos: pó da terra e fôlego de vida. De acordo com o original, este texto seria da seguinte forma: "Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o espírito de vida (fôlego de vida), e o homem passou a ser uma pessoa vivente".Isto significa que no conceito Bíblico:
    A) Espírito é o fôlego de vida proveniente de Deus;
    B) Alma é a união do corpo com o fôlego de vida, ou seja, a pessoa como um todo. Isto é apoiado pelo texto de Deuteronômio 10:22. Exemplifiquemos isto:
    Digamos que você tenha uma lâmpada e não tenha e eletricidade. Terá luz? Certamente não.
    Agora suponhamos que você tenha a eletricidade, mas não tenha a lâmpada. Terá luz? Também não.
    Para haver a luz, terá de ter a lâmpada e a eletricidade; apenas uma delas não bastará.
    O mesmo se dá com a vida. Para existir vida, temos de ter o corpo e o espírito (fôlego de Deus). Caso contrário, não temos vida; somos inconscientes. Como disse Jesus:
    “Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu”. João 11:11-14.
    Cristo comparou a morte a um SONO, confirmando assim o que diz Salomão:
    “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol”. Eclesiastes 9:5-6.
    Portanto:

    Lâmpada + eletricidade = Luz.
    Lâmpada - eletricidade = Sem luz.

    Pó da Terra (corpo) + fôlego de vida (espírito) = Alma vivente.
    Pó da terra - fôlego de vida = cadáver - sem vida.
    A união do corpo com o fôlego de vida de Deus resultou numa alma vivente. Assim, podemos ver que o homem “é uma alma”. (cf. Deuteronômio 10:22), não “possui uma alma”.
    O fôlego de vida (espírito) humano, dado por Deus, a fonte de toda a vida (Salmo 36:6; Colossenses 1:17, etc) é o mesmo de todos os animais (leia Gênesis 7:22; Eclesiastes 3:19); isto quer dizer que este alento não pode ser algo inteligente, pois se o fosse, o fôlego de vida dos animais (o espírito) teria de ser algo racional também.

    Quando morre o corpo, o fôlego de vida não mais existe; torna para Deus (Eclesiastes 12:7) (reintegra-lo, talvez, no ar). Sendo que este espírito (sopro ou fôlego de vida) não é algo pensante, na morte o ser humano deixa de existir como um todo.
    De acordo com as Escrituras, o único que possui a imortalidade é Deus: “a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!” 1 Timóteo 6:15-16.
    Isto se dá porque, para o homem fosse eterno, teria de obedecer a Deus para ter livre acesso á árvore da vida, que perpetua a existência. Como o homem pecou e Deus o expulsou do éden, ele não comeu mais da árvore da vida, tornando-se assim mortal. (Leia Gênesis 3:22-24; Isaías 51:12).
    Se já fôssemos imortais, não haveria necessidade de Adão ter comido da árvore da vida, e nós de a comermos no céu. (cf. Gênesis 2:16, 17; 3:23, 24 e Apocalipse 22:2). Como seríamos imortais sendo que Deus privou o homem de comer da árvore da vida? (ver Gênesis 3:22 e 24). O homem foi criado com a imortalidade; mas esta era “condicional” à obediência a Deus.
    No céu, quando Jesus voltar e nos levar com ele iremos comer da árvore da vida para sermos imortais: “No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”. Apocalipse 22:2.
    “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas”. Apocalipse 22:14.
    “e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”. Apocalipse 22:19.
    Se já tivéssemos uma alma ou espírito imortal, não haveria necessidade disto.
    Se o espírito ou alma já estivessem no céu (vivendo de um modo imaterial), porque Jesus iria vir nos buscar? Não haveria necessidade disto se já estivéssemos lá em cima.
    A ressurreição é uma prova de que a pessoa ainda não está no céu na morte; se Jesus vem nos ressuscitar a pessoa para levar ao céu, é sinal de que ela ainda não está lá.
    Com o auxílio de uma concordância analítica, podemos verificar que o hebraico “nephesh” e o grego “psique” não aparecem uma única vez coma idéia de imortalidade ou eternidade.
    As mesmas palavras hebraicas usadas para definir espírito são usadas para referir-se ao “fôlego de vida” que Deus soprou nas narinas do homem; assim ocorre também com as palavras gregas.

    O estado do homem na morte
    Na Bíblia, a morte é comparada a um “sono” cerca de 53 vezes, indicando assim o estado de inconsciência dos mortos até a volta de Jesus (Salmo 6:5; 13:3; 88:10-12; 115:17; Isaías 38:18-19; Eclesiastes 9:5-6 e 10; I Tessalonicenses 4:13-16).
    “A Bíblia não apóia em absoluto a doutrina popular de que os mortos permanecem conscientes até a ressurreição. Pelo contrário, enfaticamente refuta tal ensinamento (Sl 115:17; Ec 9:5). Emprega-se comumente o verbo dormir como símbolo da morte (Dt 31:16; 2 Sm 7:12; I Rs 11:43; Jó 14:12 ; Dn 12:2; Jo 11:11,12; I Co 15:51; I Ts 4:13-17; etc). A declaração de Jesus, que consolava a seus discípulos com a idéia de que eles voltariam a estar com ele na ocasião de sua segunda vinda e não na morte, ensina claramente que o “sono” não é uma comunicação consciente dos justos com o Senhor (João 14:1-3). Do mesmo modo, Paulo explicou que ao produzir-se o segundo advento, todos os justos que então estão vivos e os mortos que ressuscitarão neste momento se unirão simultaneamente com Cristo, sem que os vivos precedam os mortos (I Ts 4:16,17)” .
    Se a morte fosse um começo de uma nova existência, não poderia ser chamada pelas Escrituras de nossa “inimiga” (I Coríntios 15:26); teria de ser chamada de amiga, pois estaria nos ajudando a ir para o paraíso.

    Como os justos irão pára o céu. Origem da doutrina da imortalidade da alma
    Não nos esqueçamos que as pessoas que foram arrebatadas ao Paraíso (Enoque, Moisés e Elias) o foram com o corpo, em vida e não por ocasião da morte (Moisés foi ressuscitado antes de ir ao céu - cf. Judas 9). Isto é uma prova indiscutível de que o ser humano, ao ir para o Céu, irá também com o corpo e não em espírito apenas.
    Basta estudarmos a história e veremos que “a doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho...” (Professor Otoniel Mota, Pastor Presbiteriano, em Meu Credo Escatológico [opúsculo], ed. 1938, p. 3.)

    Questões Bíblicas para análise:
    1) Se a pessoa ao morrer fosse para o céu ou para o inferno, que necessidade haveria de Jesus voltar e nos ressuscitar, se já estivéssemos no céu? (os de Cristo, na sua vinda - I Cor. 15:23). É ilógico Jesus enviar-nos do céu 'em espírito' para a sepultura para depois ter de ressuscitar. Como harmonizar a doutrina da ressurreição com a doutrina imortalista?
    2) Como crer que ao morrermos vamos para o céu se em Hebreus 11:39 e 40 os heróis da fé ainda não obtiveram a concretização da promessa, pois Deus não quer que sem nós eles sejam aperfeiçoados? (Lembremos de I Cor. 15:20).
    3) Como crer na doutrina da imortalidade da alma sendo que a eternidade do homem era condicional à obediência a Deus, e por desobedecer Adão foi privado da árvore da vida para que não se tornasse imortal como Deus? Nós não comemos da árvore da vida... (Gênesis 3:22-23). Porque iremos comer da árvore da vida no céu se nosso espírito é imortal? (Apocalipse 22:2).
    4) Se somos imortais, porque devemos ainda “buscar a imortalidade e a incorruptibilidade”? (Romanos 2:7). Se devemos buscar, é porque não a temos.
    5) Porque Jesus diz ser a morte um sono? (João 11:11-14) Porque Jesus disse, após Sua ressurreição, que durante a morte “ainda não tinha subido para o Pai?” (João 20:17).
    6) Como harmonizar a doutrina da imortalidade da alma com o texto de Mateus 16:27, no qual diz que “a recompensa será dada quando Jesus voltar”? Se estivessem os mortos no céu ou no inferno, já teriam recebido a recompensa...Tal doutrina (vida após a morte) não se harmoniza com a doutrina do Juízo.
    7) Jesus disse em João 11:25: “... Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; (João 11:25 grifo meu); Ele não disse: “... ainda que morra, vive...”. “Ao contrário, Ele declarou, que no futuro trará da sepultura aqueles que morreram nEle. Veja João 5:28 e 29”.


    Quando receberemos a imortalidade.

    Em João 5:24 o Senhor diz que ao cremos nEle, temos a imortalidade garantida. Mas isto não significa que hoje tenhamos recebido a imortalidade . Isto fica claro nos seguintes textos, onde se afirma que a receberemos quando Jesus voltar e ressuscitar os justos :“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” João 11:25. “E serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos”. Lucas 14:14. “De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. João 6:40.

    Outros versos:
    “Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados”. Hebreus 11:39-40. “Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda”. 1 Coríntios 15:23. “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”. 1 Ts 4:13-17.
    Neste texto podemos ver a seqüência correta dos eventos antes de recebermos a imortalidade que já nos está assegurada em Cristo:
    1o: Vinda de Jesus;
    2o: Ressurreição dos mortos;
    3o: Transformação dos vivos;
    4o: Arrebatamento dos vivos juntamente com os mortos ressuscitados, indicando assim que iremos para o céu todos juntos; os mortos não vão primeiro após a morte;
    5o: Encontro com o Senhor nos ares;
    6o: Vida eterna ao lado de Cristo.
    Em I Coríntios 15 também podemos observar esta seqüência em muitos detalhes:
    “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória”. 1 Coríntios 15:51-54.
    1o: Volta de Jesus, anunciada pelas trombetas;
    2o: Ressurreição dos mortos;
    3o: Transformação dos vivos;
    4o: Nos é outorgada a imortalidade, pois é neste momento que é dito que “tragada foi a morte pela vitória”.
    Eis a seqüência apresentada e apoiada pelas Escrituras.

     shalon.

     rev: ALEX FERREIRA

    29 Out 2009
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