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Graças a Deus por existir Jesus ...

23/03/2010 @ 09:41:39
por ELZA MACHADO


Este post tocou o meu coração, ...

01/03/2010 @ 14:50:26
por viviane Félix


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    a existéncia de DEUS

    A prova mais básica da existência de Deus é simplesmente o que Ele fez. “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles (incrédulos) fiquem inescusáveis” (Romanos 1:20). “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1).

    Se eu encontrasse um relógio de pulso no meio de um campo, eu não iria pensar que ele simplesmente “apareceu” do nada ou que sempre existiu. Baseado em seu design, eu iria pressupor que alguém projetou suas formas. Mas eu vejo um design tão mais grandioso e preciso no mundo que nos cerca. Nossa medida de tempo não é baseada em relógios de pulso, mas na obra das mãos de Deus: na rotação regular da terra (e nas propriedades radioativas do átomo do césio-133). O universo exibe grandioso design, e isto exige um Grandioso Projetista.

    Se eu encontrasse uma mensagem cifrada, eu buscaria um especialista que me auxiliasse na decodificação. Eu presumiria que há um emissor inteligente, alguém que criou o código. Quão complexo é o “código” do DNA que carregamos em cada célula de nossos corpos? Não é verdade que a complexidade e propósito do DNA exigem que haja um Escritor Inteligente para este código?

    Deus não apenas fez o mundo físico de modo complexo, elaborado e detalhadamente ajustado, mas Ele também fez penetrar um senso de eternidade no coração de cada pessoa (Eclesiastes 3:11). A espécie humana tem uma percepção inata de que há mais entre o céu e a terra do que meramente aquilo que se vê, que há uma existência maior de que esta rotina secular. Nosso senso de eternidade se manifesta de pelo menos duas formas: na criação das leis e na adoração.

    Através da história, todas as civilizações valorizam certas leis morais, que são surpreendentemente parecidas em cada cultura. Por exemplo, o ideal de amor é universalmente valorizado, enquanto a mentira é universalmente condenada. Este aspecto moral em comum, ou seja, esta compreensão global entre o certo e o errado, aponta para o Supremo Ser Moral que em nós imprimiu estes princípios.

    Da mesma forma, independentemente da cultura, os povos de todo o mundo sempre cultivaram um sistema de adoração. O objeto da adoração pode variar, mas o sentido de haver um “poder maior” é uma parte inegável da condição humana. Somos propensos a adorar, o que está em harmonia com o fato de Deus ter nos criado “à Sua própria imagem” (Gênesis 1:27).

    Deus também Se revelou a nós através de Sua Palavra, a Bíblia. Através das escrituras, a existência de Deus é tratada como um fato evidente por si só (Gênesis 1:1; Êxodo 3:14). Quando Benjamin Franklin escreveu sua autobiografia, ele não perdeu tempo tentando provar sua própria existência. Da mesma forma, Deus não gasta muito tempo provando Sua própria existência em Seu livro. A Bíblia, com sua natureza transformadora de vidas, sua integridade e milagres ocorridos durante o período em que foi escrita poderiam ser suficientes para justificar um olhar mais atento.

    A terceira forma pela qual Deus Se revelou é através de Seu Filho, Jesus Cristo (João 14:6-11). “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” (João 1:1, 14). Em Jesus Cristo “habita corporalmente toda a plenitude de divindade” (Colossenses 2:9).

    Na surpreendente vida de Jesus, Ele guardou perfeitamente toda a lei do Velho Testamento e cumpriu as profecias a respeito do Messias (Mateus 5:17). Ele agiu inúmeras vezes demonstrando compaixão e fez inúmeros milagres públicos, tudo para validar Sua mensagem e testemunhar a favor de sua divindade (João 21:24-25). Então, três dias após Sua crucificação, Ele ressuscitou dentre os mortos, um fato afirmado por centenas de testemunhas oculares (I Coríntios 15:6). Os registros da história estão cheios de “provas” de quem é Jesus. Como disse o Apóstolo Paulo: “... porque isto não se fez em qualquer canto” (Atos 26:26).

    Sabemos que sempre haverá céticos com suas próprias idéias a respeito de Deus, e que de acordo com estas idéias, interpretarão estas provas. E haverá alguns que nenhuma quantidade de provas será capaz de convencer (Salmos 14:1). No final, o mais importante aspecto é a fé (Hebreus 11:6).
     SHALLON REV ALEX FERREIRA

       
    07 Fev 2013
    Admin · 311 vistos · 0 comentários
    Categorias: Primeira categoria

    DEUS EXISTE??

    Pelo menos uma vez na vida, você não adoraria que alguém simplesmente lhe mostrasse a prova da existência de Deus? Sem quebra-de-braço, sem afirmações como: “Você tem que acreditar”. Bem, tentaremos apresentar aqui algumas das razões que sugerem a existência de Deus.

    Mas, considere que, se alguém se opõe radicalmente à possibilidade de Deus existir, então qualquer prova ou explicação apresentada aqui poderá ser imediatamente refutada. Ou seja, isso seria como se uma pessoa se recusasse a acreditar que o homem andou na lua. Nenhuma informação, por melhor que fosse, iria mudar o seu modo de pensar. Imagens via satélite de homens andando na lua, entrevistas com os astronautas, pedras lunares… todas as provas seriam sem valor porque a pessoa já concluiu que o homem não pode ir à lua.

    Quanto à existência de Deus, a Bíblia diz que há pessoas que têm prova suficiente de que Ele existe, mas encobrem essa verdade (Romanos 1:19-21). Por outro lado, há aquelas que querem saber se Deus existe; a essas Ele diz: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês…”. (Jeremias 29:13-14) Antes que você olhe para os fatos relacionados à existência de Deus, pergunte-se: “Se Deus realmente existe, eu gostaria de conhecê-lo?”.

    1. Deus Existe? Durante a história, em todas as culturas do mundo, as pessoas vêm sendo convencidas de que há um Deus.

    Podemos dizer, com algum grau de confiança, que todas essas pessoas estiveram ou estão erradas? Bilhões de pessoas, que representam diversos compostos sociológicos, intelectuais, emocionais, educacionais etc., todas chegaram à mesma conclusão de que há um Criador, um Deus para ser adorado:

    Pesquisas antropológicas atuais indicam que entre os povos primitivos mais distantes e remotos, existe uma crença universal em Deus. E, nas primeiras lendas e histórias dos povos de todo o mundo, o conceito original era de um único Deus, o qual foi o Criador. Um Deus altíssimo e original parece ter, uma vez, estado em suas consciências, mesmo naquelas sociedades que hoje se apresentam politeístas (Paul E. Little, Saiba O Porquê Você Acredita, Victor Books, 1988, pág. 22).

    2. Deus Existe? A complexidade do nosso planeta aponta para um Desenhista, que, intencionalmente, não apenas criou nosso universo, mas também o sustenta hoje.

    Poderiam ser dados muitos exemplos mostrando o desenho que Deus fez da criação, e, possivelmente, não chegaríamos ao fim desse desenho. Mas aqui estão alguns traços dele:

    A Terra… seu tamanho é perfeito. O tamanho da Terra e a sua gravidade correspondente seguram uma camada fina de gases nitrogênio e oxigênio que se estendem, em sua maioria, até uns 80 quilômetros desde a superfície da Terra. Se a Terra fosse menor, a existência de uma atmosfera seria impossível, como ocorre no planeta Mercúrio. Se a Terra fosse maior, sua atmosfera conteria hidrogênios livres, como em Júpiter (R.E.D. Clark, A Criação, London, Tyndale Press, 1946, pág. 20; As Maravilhas da Criação de Deus, Moody Institute of Science, Instituto de Ciências Moody, Chicago, Il). A Terra é o único planeta conhecido que é provido de uma atmosfera com a mistura na medida exata de gases para sustentar vida humana, animal e vegetal.

    A Terra localiza-se na distância exata do sol. Pense nas variações de temperatura que enfrentamos, aproximadamente entre -34.4 a + 48.9 graus. Se a Terra fosse um pouco mais distante do sol, nós todos congelaríamos. Um pouco mais perto e nós nos queimaríamos. Até mesmo uma variação fracionária da posição da Terra em direção ao sol tornaria a vida impossível no planeta. A Terra mantém sua distância perfeita do sol enquanto gira em torno dele numa velocidade de aproximadamente 107.825 kph. Também gira em torno de seu próprio eixo, permitindo que toda a superfície seja apropriadamente aquecida e refrescada todos os dias.

    Nossa lua tem o tamanho perfeito e está à distância exata da Terra por causa da força da gravidade. A lua cria movimentos importantes nas marés para que as águas não estagnem e ainda impede que os nossos oceanos massivos não inundem os continentes (The Wonders of God’s Creation, Moody Institute of Science, Chicago, IL).

    Água… incolor, inodora e insípida e ainda assim nenhum ser vivente pode sobreviver sem ela. Plantas, animais e seres humanos consistem, na sua maioria, de água (cerca de dois terços do corpo humano é composto por água). Você verá porque as características da água são tão particularmente apropriadas para a vida:

    A água possui pontos máximos de fervura e de congelamento incomuns, nos permitindo viver em um ambiente com temperaturas variantes, enquanto mantém nossos corpos em temperatura constante de 37 graus.

    A água é o solvente universal. Pegue um copo cheio d’água e adicione uma colher de açúcar e nada vai transbordar; a água simplesmente absorve o açúcar. Essa propriedade da água significa que milhares de produtos químicos, minerais e nutrientes podem ser carregados pelo nosso corpo todo e até dentro de vasos sangüíneos minúsculos (Ibid.).

    A água também não apresenta mudanças químicas. Sem afetar o composto das substâncias que carrega, a água permite que comidas, remédios e minerais sejam absorvidos e usados pelo organismo.

    A água apresenta uma tensão de superfície única, pois, nas plantas, ela pode subir contra a ação da gravidade, trazendo nutrientes vivificantes até o topo da árvore mais alta.

    A água congela de cima para baixo, formando uma crosta que flutua; assim, os peixes podem viver no inverno.

    Noventa e sete por cento da água da Terra encontram-se nos oceanos. Mas, em nosso planeta, existe um sistema que retira o sal da água e a distribui para todo o globo. É o processo de evaporação, que absorve as águas do oceano, deixando para trás o sal; depois forma nuvens que são facilmente levadas pelo vento a fim de dispersar, pela chuva, a água sobre a vegetação, animais e pessoas. Esse sistema purifica e recicla os recursos hídricos do planeta, para sustentar a vida aqui (Ibid.).

    O cérebro humano… processa simultaneamente uma quantidade incrível de informações. O cérebro reconhece todas as cores e objetos que você vê; assimila a temperatura à sua volta; a pressão de seus pés contra o chão; os sons ao seu redor; o quão seca sua boca está e até a textura deste artigo em suas mãos. O seu cérebro registra respostas emocionais, pensamentos e lembranças. Ao mesmo tempo, seu cérebro não perde a percepção e o comando dos movimentos ocorrentes em seu corpo, como o padrão de respiração, o movimento da pálpebra, a fome e o movimento dos músculos das suas mãos.

    O cérebro humano processa mais de um milhão de mensagens por segundo (Ibid.). Ele avalia a importância de todos esses dados, filtrando o que é relativamente sem importância; um processo de seleção que lhe permite interagir com o ambiente em que você se encontra e se desenvolver de modo eficaz nele…

    O cérebro é algo que lida com mais de um milhão de informações por segundo, enquanto avalia as mais importantes, permitindo que o homem aja somente com as mais relevantes… Podemos mesmo dizer que esse tão órgão fascinante foi criado pelo mero acaso?

    Quando a NASA lança um foguete espacial, sabemos que não foi um macaco que planejou o lançamento, e sim mentes inteligentes e instruídas. Como explicar a existência do cérebro humano? Apenas uma mente mais inteligente e instruída do que a humanidade poderia tê-lo criado.

    3. Deus Existe? Mero “acaso” não é uma explicação adequada.

    Imagine-se olhando para o Monte Rushmore, onde se encontram talhados os semblantes de Washington, Jefferson, Lincoln e Theodore Roosevelt. Você poderia acreditar que eles foram criados por acaso? Mesmo com a ação do tempo, vento, chuva e acaso, ainda fica difícil acreditar que algo como aquilo, ligado à história, tenha sido formado na montanha a esmo. O bom senso nos diz que pessoas planejaram e, talentosamente, talharam aquelas imagens.

    Este artigo apenas toca em poucos aspectos maravilhosos do nosso mundo: a posição da Terra em relação ao sol; algumas propriedades da água; um órgão do corpo humano. Alguma dessas coisas poderia ter sido criada por acaso?

    O distinto astrônomo, Sir Frederick Hoyle, mostrou como os aminoácidos, juntando-se a uma célula humana, são, matematicamente, um absurdo. Sir Hoyle ilustrou a fraqueza do “acaso” com a seguinte analogia. “Qual é a chance de um tornado soprar sobre um ferro-velho que contém todas as peças de um boing 747; montá-lo por acidente e deixá-lo pronto para decolar? A possibilidade é tão ínfima a ponto de ser negligenciada, ainda que um tornado soprasse sobre ferros-velhos suficientes para encher todo o universo!” (Little, pág. 24)

    Quando se pensa sobre a complexidade da vida e do universo, é lógico pensar que um Criador inteligente e amoroso nos forneceu tudo que precisamos para viver. A Bíblia apresenta Deus como sendo o Criador e aquele que sustenta a vida.

    4. Deus Existe? A noção de certo e errado inerente à espécie humana não pode ser explicada de modo biológico.

    Sempre emerge de dentro de todos nós, vindos de qualquer cultura, o sentimento de certo e errado. Até mesmo um ladrão se sente frustrado e mal tratado quando alguém o rouba. Se alguém rapta uma criança da família e a violenta sexualmente, há uma revolta e raiva que confrontam aquele ato como maléfico, independente da cultura. De onde vem essa noção de errado? Como explicamos uma lei universal na consciência de todas as pessoas, que diz que assassinato por diversão é errado?

    Em áreas como coragem, morrer por uma causa, amor, dignidade, dever e compaixão; de onde vem isso tudo? Se as pessoas são meros produtos da evolução física, “sobrevivência do mais forte”, por que nos sacrificamos uns pelos outros? De onde herdamos essa noção interior de certo e errado? A nossa consciência pode ser mais bem explicada por um Criador amoroso que se importa com nossas decisões e a harmonia da humanidade.

    5. Deus Existe? Deus não apenas Se revelou no que pode ser observado na natureza, e na vida humana, mas Ele se mostrou mais especificamente na Bíblia.

    Os pensamentos de Deus, personalidade e atitudes podem ser conhecidos somente se Deus resolve revelá-los. Tudo mais seria especulação humana. Nós perderíamos muito se Deus não quisesse ser conhecido. Mas Deus quer que o conheçamos e nos contou na Bíblia tudo o que precisamos saber sobre Seu caráter e como nos relacionarmos com Ele. Isto torna a fidedignidade da Bíblia algo de importância.

    As descobertas arqueológicas continuam confirmando, ao invés de refutarem, a precisão da Bíblia. Por exemplo, uma descoberta arqueológica no nordeste de Israel, em 1993, confirmou a existência do Rei Davi, autor dos muitos Salmos na Bíblia (Thomas McCall, “A Pedra da Casa de Davi”, A Carta Levita, Zola Levitt Ministries, Ministérios Zola Levitt, setembro de 1993). Os pergaminhos do Mar Morto, e outras descobertas arqueológicas, continuam a provar, de modo substancial, a precisão histórica da Bíblia.

    A Bíblia foi escrita em um período de mais de 1.500 anos, por mais de 40 autores diferentes, em diferentes locais e em continentes separados, escrita em 3 línguas diferentes, falando sobre questões diversas, em diferentes pontos da história (Josh McDowell, Evidências Que Exigem Um Veredito, San Bernardino, CA, Here’s Life Publishers, 1979, pág. 16). Ainda assim existe uma consistência incrível em sua mensagem. A mesma mensagem aparece por toda a Bíblia:

    1. Deus criou o mundo em que vivemos e nos criou especificamente para termos um relacionamento com Ele;
    2. Ele nos ama profundamente;
    3. Ele é santo e conseqüentemente não pode ter um relacionamento com pessoas pecadoras;
    4. Deus nos deu um caminho para nossos pecados serem perdoados;
    5. Ele nos pede para que aceitemos o Seu perdão e que tenhamos um relacionamento com Ele que durará toda a eternidade.

    Além desse roteiro central, a Bíblia nos revela, de modo específico, o caráter de Deus. O Salmo 145 é um resumo típico da personalidade, pensamentos e sentimentos de Deus por nós. Se você quiser conhecer Deus, aqui está Ele.

    6. Jesus Cristo é a imagem mais clara e específica de Deus, diferente de outras revelações dEle.

    Por que Jesus? Veja que em todas as outras principais religiões do mundo, você constatará que Buda, Maomé, Confúcio e Moisés se apresentam como mestres ou profetas; nenhum deles disse ser igual a Deus. Surpreendentemente, Jesus disse. E é nisto que Jesus se distingue de todos os outros. Jesus disse que Deus existe e que você estava olhando para o próprio Deus ao contemplá-lo. Apesar de Ele falar de Deus como Seu Pai Celestial, não era da perspectiva de separação, mas de uma união bem chegada, única para toda a espécie humana. Jesus falou que todo aquele que O tinha visto, tinha visto o Pai; todo aquele que acreditasse nEle, acreditaria no Pai.

    Ele disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”. (João 8:12) Ele disse ter atributos pertencentes somente a Deus: ser capaz de perdoar as pessoas de seus pecados; libertá-las de hábitos pecaminosos; dar às pessoas uma vida mais abundante, dando-lhes, no céu, vida eterna. Diferente de outros mestres que faziam as pessoas se focarem nas palavras deles, Jesus faz as pessoas seguirem a Ele mesmo. Ele não disse: “sigam as minhas palavras e vocês encontrarão a verdade”. Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai a não ser por mim”. (João 14:6)

    Quais as provas que Jesus deu para dizer que era divino? E os pensamentos, expectativas e sentimentos de Deus pela raça humana?

    Ele fez o que as pessoas não podem fazer. Jesus fez milagres. Ele curou as pessoas: cegos, aleijados, surdos e até fez alguns viverem depois de estarem mortos. Ele teve poder sobre objetos: criou comida praticamente do nada; o suficiente para alimentar uma multidão de milhares de pessoas. Ele fez milagres na natureza: andou sobre um lago, ordenou uma tempestade em fúria parar por causa de uns amigos. Pessoas de todos os lados seguiam Jesus, porque Ele sempre ia ao encontro de suas necessidades fazendo algo miraculoso. Ele disse: “Creiam em mim quando digo que estou no Pai e que o Pai está em mim; ou pelo menos creiam por causa das mesmas obras”. (João 14:11)

    O que Jesus revelou da personalidade de Deus? O que Ele nos mostrou sobre os pensamentos, expectativas e sentimentos de Deus pela raça humana?

    Jesus Cristo mostrou que Deus é gentil, amoroso, consciente do nosso egoísmo e defeitos e ainda assim quer ter um relacionamento conosco. Jesus revelou que, apesar de Deus nos ver como pecadores merecedores da Sua punição, Seu amor por nós venceu. Jesus mostrou que Deus propôs um plano diferente, fazendo com que o seu Filho recebesse a punição por nossos pecados. Jesus aceitou esse plano de livre e espontânea vontade.

    Jesus foi torturado com um chicote de nove pontas afiadas. Uma “coroa” de espinhos de cinco centímetros cada foi colada em volta de sua cabeça. Prenderam-no em uma cruz, marretando pregos em Suas mãos e pés até a madeira. Tendo feito tantos milagres, esses pregos não O prenderam na cruz; o Seu amor por nós, sim. Jesus morreu em nosso lugar para que pudéssemos ser perdoados. Dentre todas as religiões conhecidas pela humanidade, apenas através de Jesus você verá Deus estendendo Suas mãos para os homens. Dando-nos uma maneira de termos um relacionamento com Ele, Jesus prova que há um coração divino que nos ama, indo ao encontro das nossas necessidades e nos aproximando dEle. Por causa da morte de Jesus, podemos ser perdoados, aceitos completamente por Deus e amados de forma genuína por Ele. Deus diz: “Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atraí.” (Jeremias 31:3) Esse é Deus em ação!

    A prova mais conclusiva de que Jesus é igual a Deus é o milagre mais esquadrinhado de Jesus – Sua própria ressurreição de dentre os mortos.

    Jesus disse que três dias depois de ser enterrado, Ele voltaria a viver. No terceiro dia depois de Sua crucificação, a pedra de quase duas toneladas que estava na frente do Seu túmulo tinha sido jogada para uma ribanceira (Josh McDowell, Mais Que Um Carpinteiro, Wheaton, Il: Tyndale House, 1977, pág. 88). A guarda de bem treinados soldados romanos viu uma luz cegante e um anjo. O túmulo estava vazio, exceto pelos panos de enterro que haviam sido enrolados no corpo de Jesus. Durante todos esses anos, análises legais, históricas e lógicas vêm sendo aplicadas à ressurreição de Jesus e a única conclusão possível até agora é a de que Jesus voltou de dentre os mortos.

    Deus existe? Se você quer saber, investigue sobre Jesus Cristo. Ele mesmo falou: “Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)

    Você quer começar um relacionamento com Deus e realmente saber se é aceito por Ele?

    Essa é uma decisão sua, não há coerção aqui. Mas se você quer ser perdoado por Deus e vir a ter um relacionamento com Ele, você pode fazer isso agora mesmo, pedindo-lhe perdão e convidando-O para entrar em sua vida. Jesus disse: “Eis que estou à porta [do seu coração] e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei…” (Apocalipse 3:20) Se você quiser assim fazer, mas não sabe muito bem como colocar em palavras, isto pode ajudar: “Jesus, obrigado por morrer por meus pecados. Você conhece a minha vida e sabe que preciso ser perdoado. Eu peço para que me perdoe agora mesmo e peço que entre em minha vida. Obrigado por querer ter um relacionamento comigo. Amém.”

    Deus vê seu relacionamento com Ele como algo permanente. Referindo-se a todos que nEle acreditam, Jesus disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão.” (João 10:27-29)

    E então, Deus existe? Olhando para todos esses fatos, pode-se concluir que realmente existe um Deus amoroso e que Ele pode ser conhecido de uma maneira íntima.
     SHALLON. REV ALEX FERREIRA.

    07 Fev 2013
    Admin · 374 vistos · 0 comentários
    Categorias: Primeira categoria

    O ISLAMISMO

    TÓPICOS SOBRE O ISLAMISMO

     

     

    ALCORÃO- “AL QURAN” ou Corão – significa a leitura, ato de ler ou simplesmente “recitações”. Em termos de volume é aproximadamente 4 vezes menor que o Novo testamento. É composto de 114 capítulos (suratas) e 6.235 versículos (ayah). Segundo o Islã o Alcorão é a última e mais completa manifestação de uma série de escrituras sagradas, das quais sobreviveram: A Lei de Moisés (Torah); os Salmos de Davi (zabur); Evangelho de Jesus (Injil) e o Corão de Maomé. O mesmo é produto das revelações que Maomé teria recebido através do anjo Gabriel, as quais ele passava a recitar aos seus seguidores. O conteúdo do Alcorão é diverso: mitologia, política, moral, questões legais e judiciárias e prescrições rituais.

    Para os muçulmanos o Alcorão é palavra de Deus, confirmando os livros anteriormente revelados, e desta maneira também admite que Maomé é o mais perfeito mensageiro de Deus. Mesmo assim confere certo crédito ao N. T. e ao A. T. , pois, o Corão afirma que no Pentateuco há direção e luz, e que os fiéis devem seguir os ensinamentos dos profetas e de Jesus filho de Maria, porque no Evangelho há direção e luz.

    O Alcorão também cita vários profetas do Ant. Test. Como mensageiros de Deus. Diz que Abraão foi o fundador do Islã e do primeiro santuário árabe (a kaaba). Também afirma que Jesus foi um profeta singular, um dos grandes mensageiros de Deus, confirma que Ele nasceu de uma virgem, sua capacidade de realizar milagres e sua ascensão ao céu.

     

    PRINCIPAIS CRENÇAS

    1. DEUS COMO ÚNICO SENHOR – Nisto se contrapõe ao politeísmo árabe, a doutrina da Trindade e a veneração a Maria. No Islã só há um Deus e esse é Allah (o único). O islã não tem muito a dizer sobre a natureza e os mistérios pessoais de Deus. Allah é um Deus impessoal, é totalmente transcendente e só manifesta a sua misericórdia através de revelações angelicais aos seus mensageiros escolhidos, os quais exercem um papel messiânico e de mediadores entre ele e os homens. O homem só se relaciona com Allah através de um pacto de amor, comprometendo-se adora-lo como único Senhor, realizar seus rituais e testemunhar do seu amor, para alcançar misericórdia de Allah nesta vida e recompensa na vida futura.

    CONTRADIÇOES: a) Não admitem a paternidade de Deus. O conceito de um pai de amor compaixão não existe no islamismo, também não se destacam seus atributos, como amor, santidade e graça, como no cristianismo. A Paternidade de Deus na Bíblia: Pai glorioso (Ef. 1.7) ; Pai Santo (Jô. 17.11); Pai Justo (Jô 17.25); Pai perfeito (Mt 5.48); Pai misericordioso (LC 6.36; 2Co 1.3); Pai Gracioso (Mt 7.11; Rm 1.7).

    PREDESTINAÇÃO – Ensinam que o bem e o mal procede de Allah.

    NEGAM A DOUTRINA DA TRINDADE

    2. CRISTOLÓGIA DEFEITUOSA – Dizem que Jesus não confirmou a Lei, mas, ao contrário, enfrentou toda a legalidade com o seu amor radical e por isso mesmo foi julgado.

    Mt 5.17-20 – Jesus cumpriu a lei; Jô 19.30; Gl 5.1-12. Negam a doutrinação da encarnação; não admitem que Jesus seja o Filho de Deus e que tenha morrido na cruz e tenha ressuscitado. Dizem que afirmar que Jesus é Deus é uma blasfêmia, um pecado imperdoável. Jô .14,34; I co 15.3-6,17, Hb 1.3;

    O ESPÍRITO SANTO – é apenas uma força que emana de Deus.

    3. ESCATOLOGIA CONFUSA – Crêem na imortalidade da alma. Afirmam existir um anjo da morte que separa a alma do corpo. Os que não tiveram fé suficiente receberam a “pena do sepulcro” para aguardar o dia do Juízo. Os bons receberam por antecipação “as alegrias dos paraíso”. Os profetas e Mártires sobem diretamente para o céu. O paraíso é representado como um jardim com árvores frutíferas, água cristalina, leite, vinho e mel, e também como um harém com muitas mulheres bonitas. O único elemento espiritual do paraíso é o prazer de contemplar a Allah.

     

    4. EXISTÊNCIA DE ANJOS. – Assumem a missão reveladora do Espírito Santo.

     

    OS PILARES DO ISLAMISMO

    1. A PROFISSÃO DE FÉ (Credo Muçulmano) “DOU TESTEMUNHO DE QUE NÃO HÁ DEUS FORA DE ALLAH E MAOMÉ É O SEU ENVIADO”
    2. A ORAÇÃO RITUAL (SALAH) –Deve ser feita cinco vezes por dia (al alvorecer, ao meio-dia, à tarde, ao pôr-do-sol e antes de dormir). Deve ser feita em estado de pureza e em lugar puro. Esta pureza é realizada por meio de abluções: Lavar com água limpa o Rosto, as mãos, os antebraço, os pés e cabeça. A posição é voltado para o a cidade de Meca. A prece ritual é um ato de louvor e adoração e não implica qualquer idéia de pedido nem laço pessoal entre o homem e Allah.
    3. DÍZIMO RELIGIOSO OU ESMOLA RITUAL (ZAKAH) – Corresponde a 2,5% do capital permanente produtivo da pessoa. Deve ser dado de preferência no final do mês do Ramadam, para que Allah abençoe o Jejum.
    4. O RAMADAM (SAUM) – É obrigatório a todo o Mulçumano, porém com algumas exceções. É um mês de Jejum. Os jejuns vão do alvorecer ao pôr-do-sol. A finalidade do Jejum é educativa: serve para humilhar o corpo e purificar a alma, além de fazer participar do sofrimento do obre e do indigente.
    5. A PEREGRINAÇÃO (HAJI)- Ir a Meca a cidade santa do Islamismo é um voto sagrado de cada mulçumano para participar de vários rituais na Kaaba.
    6. AS GUERRAS SANTAS (JIHAD). É a expansão da religião e do estado islâmico através da força bélica. Isto é totalmente contrário ao evangelho de Cristo, pois, Ele é o Príncipe da Paz. Is 9.6,7; Is 26.3, 26.12; 32.17; Hb 12.4; Fp 4.9; I Pe 1.2
    SHALON
    REV. ALEX FERREIRA
    22 Fev 2013
    Admin · 357 vistos · 0 comentários
    Categorias: Primeira categoria

    pastor solteiro pode?

    O PASTOR PODE SER SOLTEIRO?!
    Escrevi este estudo no intuito de responder a muitos emails que recebo com perguntas de centenas de obreiros que Deus tem levantado nestes últimos dias para a sua Seara, mas que não são casa
    dos. Não tenho objetivo de fazer apologia ao celibato, e creio que se o obreiro for casado terá ao seu lado uma ajudadora, uma companheira que irá abençoar a sua vida. "Quem encontra uma esposa acha o bem, e alcança benevolência do Senhor". (Provérbios 18:22)
    Porém, não acredito, nem encontro base bíblica, que, para fazer a obra de Deus, tenha necessidade da urgência do matrimônio. Muito pelo contrário, vejo que, motivados por certa pressa, muitos tem se casado preciptadamente, na esperança de ser obreiro, e seus ministérios tem sido naufragados mediante separações, consequências de casamentos cegos, frutos da preciptação em unir-se em uma só carne, mal orientados numa velha conversa que "obreiro bom é obreiro casado". Os inúmeros casos de adultérios e traições tem jogado essa heresia por terra.
    1. UMA SÓ MULHER. O texto bíblico que destaca a necessidade do matrimônio é 1 Timóteo 3:1,2. Vamos analisar a passagem: "Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, MARIDO DE UMA MULHER, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar, näo dado ao vinho, näo espancador, näo cobiçoso de torpe ganáncia, mas moderado, näo contencioso, näo avarento". Paulo está exortando a que seja "marido de uma só mulher", assim como exorta a ser honesto, não espancador, etc. Ora, então quem não é pastor pode ser desonesto? Espancador? Cobiçoso? Claro que não! Logo, a passagem não exige que o pastor seja casado, mas que se for casado, que seja marido de uma só mulher. Fiel em seu matrimônio
    2.BISPO E PASTOR. O texto bíblico de 1 Timóteo 3:1,2 dirige-se a "bispos". O episcopado é um cargo acima do ministério pastoral. Como o leitor sabe, na escada ministerial, diácono não é o mesmo que missionário; presbítero não é o mesmo que evangelista; bispo também não é o mesmo que pastor. O bispo é um superintendente da igreja que cuida de muitos assuntos delicados, inclusive visitas aos membros da igreja, etc. Um casamento torna-se evidente, pois visitar casas, onde uma mulher poderia estar sozinha, sem estar acompanhado da esposa, não seria ético. Mas esta função também não caberia ao pastor solteiro? Sim, desde que acompanhado de mais irmãos. Ou Jesus não poderia fazer a obra por ser homem e ser o Filho de Deus? O que entra em questão tanto para os casados como para os solteiros é a "vigilância"! Jesus ordenou aos discípulos ir de casa em casa, mas ordenou ir de dois em dois. (Marcos 6:7)
    Jesus, que não era casado, afirmou: "Eu sou o bom pastor". (João 10:11) Mas alguém ainda poderá dizer: "-Ah, mas Jesus não casou e era pastor porque Jesus era Jesus..." Se formos levar em consideração essa desculpa de "Jesus era Jesus" então não faremos nada na obra de Deus! Ele mesmo afirmou: "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai". (João 14:12) Somos imitadores de Cristo. Paulo aos Coríntios recomendou: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo". (1 Cor. 11:1) Enquanto Ele estava na terra, era o "pastor" que deu a vida pelas suas ovelhas. E, depois que ressuscitou, não nos deixou órfãos, mas enviou o Consolador. (João 14:18) Assim, se tornou não só pastor, mas também bispo, nos visitando (serviço do bispo) com o Espírito Santo.
    "Porque éreis desgarrados, como ovelhas, mas agora tendes voltado
    ao Pastor e Bispo das vossas almas". (1 Pedro 2:25)
    3.CONSELHOS. Muitos ainda alegam o fator "aconselhamento". Como um pastor solteiro iria dar conselhos aos casados, se ele mesmo é solteiro, e não tem experiência?! Sem dúvida que a experiência tem um valor fundamental para o obreiro. Mas por outro lado não há necessidade de se entrar na intimidade de um casal, em assuntos delicados, que chegam a constranger os cônjuges. Muitas vezes isso parte mais da curiosidade de alguns líderes, do que propriamente um interesse sincero em aconselhar. Também nunca ouvi dizer que para se aconselhar um ex-presidiário, eu tivesse que ser um deles. Que para aconselhar uma prostituta, teria que ter passado pelo mundo da prostituição. O apóstolo Paulo, que era solteiro, citou vários conselhos aos casados. (1 Coríntios 7:1-40)
    4. O HOMEM. As inúmeras passagens da Bíblia se referem ao ser humano de uma forma singular. Independente da posição que ocupa, as Escrituras se dirige aos humanos com o termo "homem". Vejamos alguns exemplos:
    "Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem
    mas de toda palavra que sai da boca de Deus". (Mateus 4:4)
    "Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele". (Romanos 3:20
    "Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice". (1 Cor 11:28)
    Qual seria o cargo ministerial deste "homem" que a Bíblia se refere?! Não há especificações de posições! Se dirige a todo homem de um modo geral. Seja um membro leigo, obreiro, diácono, presbítero, evangelista, pastor, etc. Em outra passagem, o apóstolo Paulo aconselha:
    "Ora, quanto às coisas de que me escrevestes, bom seria
    que o homem não tocasse em mulher". (1 Cor 7:1)
    E Paulo ainda diz mais claro:
    "Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de
    Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele. Digo, porém, aos solteiro
    e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu". (1 Cor. 7:7,8
    O apóstolo não dita regras. Nem que deve, nem que não se deve casar. Ele mesmo aconselha também que se não consegue conter-se, que se case, por causa da prostituição. Mas se refere ao "homem", e ainda diz mais claro, a "todos os homens". Independente de ser pastor ou não. Como alguns ainda tem a ousadia de dizer, que nestes casos, não pode ser pastor? Por ser solteiro?? Em qual passagem bíblica isso é especificado??? Porque se houver algum "porém" nas passagens que Paulo diz que queria que o homem não tocasse em mulher, que "porém" haverá para o "homem" que examina a si próprio em 1 Coríntios 11:28? Isenta pastores ou algum cargo ministerial de examinar-se antes da ceia?! Se não isenta, então fica evidente que homens que ainda não tocaram em mulheres não estão isentos de serem pastores!
    "Dou graças àquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor,
    porque me julgou fiel, pondo-me no seu ministério".
    (Apóstolo Paulo, 1 Timóteo 1:12).
    "Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus
    está em vós, e já vencestes o maligno".
    (1 João 2:14)
    "Entäo eu disse: Ah, Senhor Deus! Eis que näo sei falar, porque ainda sou uma criança.
    Mas o Senhor me disse: Näo digas: Eu sou uma criança, porque a todos a quem
    eu te enviar, irás, e tudo quanto te mandar, falarás".
    (Jeremias 1:6,7)
    que o SENHOR QUE MORA NOS CEUS TE ABRA OS OLHOS
    REV:ALEX FERREIRA
    12 Mar 2013
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    lei da semeadura

    A LEI DA SEMEADURA NA VIDA DO CRENTE

     

    A lei da semeadura na vida do crente

    Gálatas 6.7-10

    RESULTADOS DA SEMEADURA NA CARNE:

    1) Semeou avareza, colherá frustração - Ageu 1.6

    2) Semeou soberba, colherá contenda - Pv 13.10 / Pv 21.19

    3) Semeia infidelidade, colhe traição (Sl 55.12-14)
    (Davi traiu seu guerreiro, e foi traido pelos seus amigos)

    4) Semeou prostituição, colherá insensibilidade (Não tem sentimento com o parceiro) - 1 Ts 4.3

    5) Semeou preguiça, colherá incapacidade - Pv 19.15

    6) Semeou isolamento, colherá solidão - Pv 18.1

    Fazemos tudo isso sem perceber...

    RESULTADOS NA SEMEADURA NO ESPÍRITO:

    1) Semeou amor, colherá comunhão - 1 Co 1.9

    2) Semeou fé, colherá milagres - Mateus 17.20

    3) Semeou oração, colherá respostas - Mc 11.24

    4) Semeou o servir, colherá honra (será lembrado com honra) - Jo 12.26

    5) Semeou liberalidade, colherá em abundância - Lc 6.38

    6) Semeou perseverança, colherá paciencia, experiência e esperança - Romanos 5.3-5

    QUAL TEM SIDO A PROPORÇÃO DA SUA COLHEITA? 2 Coríntios 9.6

    Se a colheita tem sido pouca, podem se tornar em muitas, depende de nós!

    É POSSÍVEL COLHER SEM PLANTAR: Lv 19.9, 10 (Restos aos que não semeiam)

    "Quando temos acesso somente a restos, é sinal de que não plantamos. Você precisa collher o MELHOR DE DEUS!!!"

    Mc 4:26-29) – Disse ainda: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra, e dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga e por último, o grão cheio na espiga. Quando o fruto está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a hora.

    Você faz parte do Reino de Deus?

    (Ap 1:6) ...e nos fez reinos e sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele seja a glória e poder para todo sempre, amém!

    (Cl 1:13) ...e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do filho do seu amor...

    I – Qualidade da Semente (espécie da semente)

    (Gl 6:7) ...Tudo que o homem semear, isso também ceifará...

    (Tg 3:12)...Meus irmão, acaso pode uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira produzir figos?

    (Gn 1:11)...E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim foi.

    (Gn 8:22)...enquanto a terra durar, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite. Deus confirma a lei da semeadura a Noé.

    (Os 8:7 a)...eles semeiam ventos, e colhem tormentas...

    Você já plantou alguma coisa? E o que foi que nasceu?

    - Se você plantar arroz, vai colher arroz!
    - Se você plantar trigo, vai colher trigo!
    - Se plantar batata, colherá batata também!
    - Se plantar café, nascerá café!
    - Se plantar ódio, vai nascer ódio!
    - Se plantar maldade, irá colher maldade!
    - Se plantar amor, colherá amor!

    É certo que você colherá da mesma espécie da semente que plantou!

    Entendemos também que temos o que plantar, aquilo que queremos colher!

    E mais; temos que nos ater no fato que, nunca colheremos algo que não plantarmos! E que plantando uma espécie não nascerá fruto de outra!

    Baseado no raciocínio acima, faço-lhes uma pergunta: Se você quiser colher uma casa, o que terá que plantar? E se quiseres colher um carro, o que terá que plantar? E se for um emprego, então o que plantarás?

    Temos que semear aquilo que queremos colher!

    Nós é quem determinamos a espécie de nossa semente. Para se plantar um pé de laranja, de café, ou ainda de milho, cada qual terá seu solo apropriado, porém para plantar nossos sonhos o melhor solo é a igreja, onde Deus é o próprio agricultor (Jo 15:1)

    Explicar como se determina a qualidade (espécie) da semente!

    II – Quantidade da Semente!

    (II Co 9:6) E digo isto: que o que semeia pouco, pouco também ceifará, e o que semeia muito, muito também ceifará.

    (Mc 4:3-8) Ouvi: Eis que o semeador saiu a semear; e aconteceu que, quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram. Outra caiu no solo pedregoso, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda; mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se. E outra caiu entre espinhos; e cresceram os espinhos, e a sufocaram; e não deu fruto. Mas outras caíram em boa terra e, vingando e crescendo, davam fruto; e um grão produzia trinta, outro sessenta, e outro cem.

    É obvio que se você plantar em um solo, um quilo de alguma semente, e dez quilos da mesma em outro solo, a quantidade da colheita de uma semeadura para outra será bem diferente, ou seja, dez vezes mais!

    Algo muito importante é o tipo de terra em que se estará plantando. Há muitos tipos de solo. Existem solos de boa e de má qualidade, então precisamos saber em que tipo de terra estamos semeando para que não ocorra de não colhermos na proporção que esperávamos.

    A Bíblia diz em (Mc 4:4-8) que a terra pode cair em vários espinhos, ou então se plantada em solo fértil. Quando nossas sementes são lançadas em solo produtivo, o Senhor Jesus disse que tal semente poderá multiplicar-se em até cem vezes mais. Jesus nos dá uma idéia de que poderá ter sim uma variabilidade quanto a quantidade que vamos colher, porém que sempre será uma quantidade abundante.

    Quando falamos porém em semear nossos sonhos e projetos, tal semeadura poderá ser feita por exemplo: Na igreja (que é o melhor solo que dispomos), na vida do nosso Pastor e em sua família, podemos também semear na vida de nossos irmãos, conhecendo é claro se é um bom tipo de terra. Falando de pessoas, não adianta por exemplo semearmos uma esmola na vida de um drogado, pois sabemos que nossa semente será usada para o mal de alguém e não para algo bom.

    - Ímpios que gastam seu dinheiro com coisas imorais.

    - Filhos que se drogam.

    - Parentes e amigos que sempre te pedem emprestado e você mesmo sabe que nunca irá te pagar.

    - Investimentos errados que sempre acabam gerando dívidas.

    São solos ruins e por isso devem ser evitados.

    O princípio da Lei da Semeadura é totalmente Bíblico como já vimos até aqui, e uma prova prática disso é que o próprio Deus a utiliza para resgatar seus filhos. Através de uma única semente, porém de muita qualidade (Jesus Cristo), plantada na cruz do calvário, O senhor obtém uma grande colheita de almas que eu e você fazemos parte. Diz a palavra de Deus que o Senhor olhando do céu para a terra não viu nenhuma semente que fosse perfeita, então ao ver em Jesus essa semente, a plantou. Somos a colheita de Deus, por isso temos que nos parecer com Jesus. Ser bom Pai, ser boa mãe, ser bom irmão, ser bom membro, bom pastor, bom funcionário, bom patrão, enfim, como frutos do Senhor Jesus, temos que nos parecer com ele. (Mt 13:37-38)...O que semeia a boa semente é o filho do homem. O campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do reino. O joio são os filhos do maligno.

    Outros exemplos:

    - A viúva de Serepta. (I Rs 17:8)

    - Saulo de Tarso. O perseguidor é perseguido.

    - José semeou fidelidade ao Senhor e colheu o maior cargo do Egito – governador.

    Versículos que dão mais base bíblica:

    - (Gl 6:9) ...E não nos cansemos de fazer o bem, pois a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido...

    - (II Co 9:10)... Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça.

    - (I Co 15: 37) E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como o de trigo, ou o de outra qualquer semente.

    - (I CO 15: 36) Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.

    Precisamos aprender a semearmos aquilo eu queremos colher, ao invés de simplesmente jogarmos a semente a esmo. Se quisermos colher um carro, então é um carro que devemos plantar.

    Lembre-se:
    O reino de Deus é assim, como se um homem lançasse semente à terra. (Mc 4:2

    16 Nov 2013
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    QUEBRANDO MALDIÇOES

    A Verdade Sobre a Quebra de Maldições

    O EVANGELHO DA MALDIÇÃO

    Uma das distorções doutrinárias mais difundidas entre o povo de Deus ultimamente é o ensino das “maldições hereditárias”, conhecido também como “maldição de família ou “pecado de geração”. Estes conceitos circulam bastante através da televisão, rádio, literatura e seminários nas igrejas. Muitos líderes, ministérios e igrejas, antes sólidos e confiáveis, acabaram sucumbindo a mais esse ensino controvertido e importado dos Estados Unidos.

    Os pregadores da maldição afirmam que se alguém tem algum problema relacionado com alcoolismo, pornografia, de­pressão, adultério, nervosismo, divórcio, diabete, câncer e muitos outros, é porque algum antepassado viveu aquela situação ou praticou aquele pecado e transmitiu tal pecado ou maldição a um descendente.A pessoa deve então orar a Deus a fim de que lhe seja revelado qual é a geração no passado que o está afetando. Uma vez que se saiba qual, pede-se perdão por aquele antepassado ou pela geração revelada e o problema estará resolvido, isto é, estará desfeita a maldição.

    Marilyn Hickey, autora norte-americana e que já esteve várias vezes no Brasil em conferências da Adhonep (Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno), promove constantemente este ensino. Note suas palavras:

    Se você ou algum de seus ancestrais deu lugar ao diabo, sua família poderá estar sob a “Maldição Hereditária”, e esta se transmitirá a seus filhos. Não permita que sua descendência seja atingi­da pelo diabo através das maldições de geração. Os pecados dos pais podem passar de uma a outra geração, e assim consecutiva­mente. Há na sua família casos de câncer, pobreza, alcoolismo, alergia, doenças do coração, perturbações mentais e emocionais, abusos sexuais, obesidade, adultério’? Estas são algumas das características que fazem parte da maldição hereditária nas famílias. Contudo, elas podem ser quebradas!

    Um dos textos bíblicos mais usados pelos pregadores da maldição hereditária para defender este ensino é Êxodo 20:4-6: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.

    É preciso que se leve em consideração o assunto do texto aqui citado. De que trata, afinal, tal passagem? Alcoolismo, pornografia, depressão, ou problemas do gênero? É óbvio que não. O texto fala de idolatria e não oferece qualquer base para alguém afirmar que herdamos maldições espirituais de nos­sos antepassados em qualquer área das dificuldades humanas.

    A narrativa do Antigo Testamento nos informa que sempre que a nação de Israel esteve num relacionamento de amor com Deus, ela não podia ser amaldiçoada. Vemos a prova disso em Números 23:7, 8, quando Balaque pediu a Balaão que amaldiçoasse a Israel. A resposta de Balaão aparece no versículo 23: “Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel”. Por outro lado, sempre que a nação quebrou a aliança de amor com Deus, ela ficou exposta a maldição, calamidades e cativeiro.

    É verdade que os filhos que repetem os pecados de seus pais têm toda a possibilidade de colher o que seus pais colhe­ram. Os pais que vivem no alcoolismo têm grande possibilidade de ter filhos alcoólatras. Os que vivem blasfemando, ou na imoralidade e vícios, estão estabelecendo um padrão de comportamento que, com grande probabilidade, será segui­do por seus filhos, pois “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7). Isso poderá suceder até que uma geração se arrependa, volte-se para Deus e entre num relaciona­mento de amor com ele através de Jesus Cristo. Cessou aí toda a maldição. Não deve ser esquecido também que o autor da maldição ou punição é Deus e que ela é a manifestação da sua ira. Note que,. no final do versículo cinco do capítulo vinte de Êxodo, a Palavra de Deus declara que a maldição viria apenas sobre aqueles que aborrecem a Deus, algo que não se passa com o cristão.

    A Bíblia ensina uma responsabilidade individual pelo pecado, como pode ser observado no livro do profeta Ezequiel:

    “Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Que tendes vós, vós que, acerca da terra de Israel, proferis este provérbio, dizendo: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos é que se embotaram? Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, jamais direis este provérbio em Israel. Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:1-4). Seria o mesmo que afirmar nos dias atuais: os pais comeram chocolate e os dentes dos filhos criaram carie.

    O capítulo 18 de Ezequiel dá a entender que havia se tornado um costume em Israel colocar a culpa dos fracassos pessoais nos antepassados ou em outros. Isso faz lembrar o que aconteceu no jardim do Éden, quando, por ocasião da Queda, o homem colocou a culpa na mulher e a mulher na serpente. Parece ser próprio do ser humano não admitir seus erros, buscando evasivas para não tratá-los de forma responsável à luz da Palavra de Deus. Infelizmente, alguns acham mais fácil culpar os antepassados do que enfrentar suas tentações.

    O ensino da maldição de família mais escraviza do que liberta. Até crentes que há vários anos viviam alegres, evangelizando, servindo ao Senhor e dando frutos, agora estão preocupados, deprimidos, pensando que talvez as tentações, as dificuldades e lutas pelas quais estão passando sejam de fato reflexo de pecados ou do comportamento dos seus ancestrais. Não faz muito tempo, numa grande igreja pentecostal, um diácono, que havia participado de um desses seminários para quebra de maldições hereditárias, me procurou para aconselhamento. Tal irmão encontrava-se confuso e deprimido com as informações que recebera e queria saber o que a Bíblia tinha a dizer sobre tudo isso. Depois de uns dez minutos de conversa, ele respirou aliviado. Temos encontrado e ajudado a muitos outros em situações semelhantes pelos lugares por onde passamos, em diferentes partes do Brasil.

    Ora, todo cristão é tentado, de uma forma ou de outra, uns mais, outros menos. Se um cristão enfrenta problemas em relação à pornografia, ao alcoolismo, ao adultério, à depressão ou a qualquer outro aspecto ligado às tentações, os métodos para vencer tais lutas devem ser bíblicos. O caminho para a vitória tem muito mais a ver com a doutrina da santificação, com o cultivo da vida espiritual através da oração, do jejum, da comunhão saudável numa determinada parte do Corpo de Cristo e do contato constante com a Palavra de Deus. O ensino da quebra de maldições hereditárias aparece como um atalho mágico e ilusório para substituir a doutrina da santificação, que é um processo indispensável a ser desenvolvido pelo Espírito Santo na vida do cristão, exigindo dele autodisciplina e perseverança na fé.


    DOENÇA OU MALDIÇÃO?

    Um outro aspecto incorreto desse ensino é confundir as doenças transmitidas por herança genética com maldições hereditárias espirituais. Isto pode ser observado nas declarações de Marilyn Híckey:

    Será que você já observou uma família na qual todos os membros usam óculos? Desde o pai e a mãe até a criança menor, todos es­tão usando óculos, e geralmente os do tipo de lentes grossas. Es­sas pobres criaturas estão debaixo de uma maldição, e precisam ser libertas.

    Não se pode construir uma doutrina em cima de uma observação, experiência ou somente porque uma família toda usa óculos! Existem muitas famílias em que apenas um ou outro membro usa óculos. O que aconteceu? Por que só alguns herdam a maldição e outros não? E se as doenças são maldições transmitidas de pais para filhos através dos genes (geneticamente), por que os pregadores dessa doutrina não quebram, por exemplo, a maldição da calvície, transmitida geneticamente? Até hoje não há notícia de que alguém tenha feito isso.

    O Senhor Jesus nunca ensinou tal doutrina. Quando perguntado sobre o cego de nascença: “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?”, ele respondeu: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9:2-3). Alguns usam este texto para afirmar que os discípulos acreditavam na maldição de família, procurando dar assim legitimidade a tal ensino. É preciso lembrar que os discípulos nem sempre estiveram certos no período de treinamento que passaram juntos a Jesus. Certa vez, em alto-mar, quando Cristo se aproximava, eles pensa­ram ser ele um fantasma (Mt 14:26). Felizmente, os discípulos estavam errados em suas conclusões, pois eram humanos, sujeitos a erros. É óbvio que não erraram quando falaram e escreveram inspirados pelo Espírito Santo. Quanto ao cego de nascença, Jesus destruiu qualquer superstição ou crença que os discípulos pudessem ter de que a cegueira fora provocada pelos pecados de seus antepassados, e o próprio Jesus nunca ensinou tal doutrina.

    Tal ensino não encontrou espaço também nos escritos do apóstolo Paulo. Ao contrário, quando escreveu aos coríntios pela segunda vez, declarou com muita certeza: “E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5:17). Aos efésios, ele afirma: “Bendito o Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (Ef 1:3). Onde existe espaço para maldições na vida de um cristão diante de uma declaração como esta?

    Paulo não se deixou prender ao passado. Quando escreveu aos crentes de Filipos, declarou: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:13, 14).

    É importante observar a sugestão do apóstolo Paulo a Timóteo, quando lhe escreveu a primeira carta: “Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1 Tm 5:23). Paulo nunca insinuou que a enfermidade de Timóteo fosse uma maldição de seus antepassados, pois sabia que Timóteo vivia numa natureza afetada pela desobediência dos primeiros país (Adão e Eva). Apesar de o Reino de Deus estar entre nós, ele ainda não chegou à sua plenitude, pois até a criação geme, aguardando ser redimida do cativeiro da corrupção (Rm 8: 19-23). Paulo apenas sugeriu que Timóteo tomasse um pouco de vinho como um remédio para suas freqüentes enfermidades estomacais e não que fizesse a quebra das maldições hereditárias.


    A CONVERSÃO É A SOLUÇÃO

    Ensinar que um cristão tem que romper com maldições ou pactos dos antepassados pedindo perdão por eles é minimizar o poder de Deus na conversão. Isso está mais para o espiritismo ou mormonismo (com sua doutrina antibíblíca do batismo pelos mortos) do que para o cristianismo. A Bíblia de­clara com muita ousadia: “Por isso também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25). O advérbio “totalmente” (panteles, no grego) tem o sentido de pleno, completo e para sempre. Jesus não salva em prestações, mas de uma vez por todas.

    Marilyn Híckey chega a afirmar que: “Você pode decidir quanto ao destino exato da sua linhagem. Eles ou vão para Jesus, ou vão para o diabo”. Nada poderia estar mais longe da verdade. Quantos filhos há que hoje vivem uma vida cristã exemplar, são cheios do Espírito Santo, enquanto seus pais permanecem alheios ao Evangelho, rejeitando constante­mente a palavra de salvação e até tentando dificultar-lhes a vida espiritual! Comigo também foi assim. Ai de mim se fosse esperar meu pai decidir sobre o meu futuro espiritual. Não sei onde estaria hoje.

    É claro que os pais têm grande influência na formação espiritual dos filhos, mas o milagre da salvação é obra de Deus, e é pela graça que somos salvos (Ef 2:8, 9). É o Espírito Santo, o Consolador, quem convence o coração do pecado, da justiça e do juízo, como o próprio Senhor Jesus disse (Jo 16:7, 8). Paulo relatou aos gálatas que foi Deus quem lhe revelou seu Filho (Gl 1:15, 16). Assim, a salvação é uma revelação de Jesus Cristo em nossos corações, e não algo decidido somente pelos pais.

    Observe o que aconteceu com os filhos de Samuel, um profeta de Deus e um homem íntegro, como pode ser observado em 1 Samuel 3:19 e 12:3. Apesar da integridade do pai, a Bíblia diz que seus filhos não andaram pelos caminhos dele:

    “antes se inclinaram à avareza, e aceitaram subornos e per­verteram o direito” (1 Sm 8:3).

    Veja os reis de Israel e Judá. A narrativa do Antigo Testamento revela que muitos deles foram ímpios e tiveram fi­lhos piedosos, enquanto outros foram piedosos e tiveram fi­lhos ímpios. Eis alguns exemplos: Abias foi mau (1 Rs 15:3), mas seu filho Asa “fez o que era reto perante o SENHOR” (1 Rs 15:11). Jotão “fez o que era reto perante o SENHOR” (2 Rs.15:34), porém Acaz, seu filho, “não fez o que era reto perante o SENHOR” (2 Rs 16:2). Jeosafá agradou a Deus (2 Cr 17:1-4), enquanto Jeorão, seu filho, “fez o que era mau perante o SENHOR” (2 Cr 2 1:6). Assim, a seqüência de bondade ou maldade que deveria suceder na linhagem dos reis de Israel e Judá, de acordo com o que ensinam os pregadores da maldição de família simplesmente não aconteceu. A esses exemplos certamente não se poderia aplicar o provérbio: “Tal pai… tal filho”.

    Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo escreveu aos irmãos de Corinto, na sua primeira carta, uma palavra tremendamente elucidativa quanto a esta questão: “Ou não sabeis que os in­justos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6:9-11; leia também Gl.5:17-21).

    Pode-se notar que Paulo não afirmou no versículo onze:

    “Mas haveis quebrado as maldições hereditárias, mas haveis pedido perdão pelos pecados dos antepassados” ou algo similar. Não, de modo algum, este não é o seu pensamento. Paulo afirma que aqueles que estiveram presos nos pecados ha­viam sido lavados, haviam sido santificados e justificados, sem qualquer necessidade de quebrar maldições dos antepassados.

    Cabem aqui algumas perguntas: Qual é a maior das maldições? Sem dúvida é estar fora de Cristo. Qual a maior das bênçãos? Certamente é o estar em Cristo. Como se elimina a maior das maldições? Introduzindo a maior das bênçãos.

    Os pregadores da maldição hereditária não deveriam pedir perdão pelos pecados da décima, nona, oitava ou de qualquer outra geração, mas deveriam, sim, pedir perdão pelos pecados de Adão e Eva, pois se houve brecha, foi ali, na queda do jardim do Éden, onde as maldições tiveram início. Ali está a raiz do problema. Isso, sim, seria um trabalho per­feito e completo. O leitor já imaginou se funcionasse? De repente, ninguém mais precisaria trabalhar para ganhar o pão, a mulher não sofreria mais ao dar à luz e os espinhos desapareceriam da Terra. É claro que não funciona, pois tal ensino não tem base na Palavra de Deus.

    TEXTOS MAL INTERPRETADOS

    Espíritos Familiares

    Para defender o ensino da maldição hereditária, seus prega­dores usam a expressão “espíritos familiares”, tradução de Levítico 19:31 e de outras passagens na Bíblia em inglês do Rei Tiago (King James Version). Observe o comentário de Marilyn Hickey quanto a isso:

    O que são “espíritos familiares”? São maus espíritos decaídos que se tornaram familiares numa família. Eles a seguem, com suas fraquezas — pecado físico, mental, emocional — por todo caminho, atacando e tentando cada membro seu naqueles aspectos, pois estão cientes de suas inclinações. “Marilyn, como é que você sabe disso?” Porque o Antigo Testamento fala acerca dos “espíritos familiares” (Versão King James).

    Usando o mesmo argumento, um certo autor comenta:

    Nas traduções em português, usamos as palavras necromantes, adivinhadores e feiticeiros. Mas em inglês usa-se o termo espíritos “familiares” e é esta a base bíblica que temos para demonstrar que estes espíritos de adivinhação, necromancia e feitiçaria passam de geração em geração. Há um acompanhamento, por parte destes demônios, sobre as famílias. E eles transmitem os mesmos vícios, comportamentos e atitudes de que temos falado.

    Defender um ensino controvertido com base na tradução de uma Bíblia em inglês (Versão do Rei Tiago) é algo inaceitável à luz da hermenêutica e da exegese bíblica. É preciso ter em mente que a Bíblia Sagrada não foi escrita em inglês. Para se entender o texto bíblico, é necessário que se faça a tradução e interpretação com base na língua em que ele foi escrito. No caso do Antigo Testamento, o hebraico, e não o inglês. Ao afirmar: “Mas em inglês se usa o termo espíritos familiares, e é esta a base bíblica que temos para demonstrar que estes espíritos de adivinhação, necromancia e feitiçaria passam de geração em geração”, o autor demonstra exata­mente o contrário: não ter base bíblica para tal ensino.

    Robert L.Alden, Ph.D., professor do Velho Testamento no Seminário Teológico Batista Conservador de Denver, Estado do Cobrado, nos Estados Unidos, esclarece:

    A palavra ‘ob aparentemente se refere àqueles que consultavam os espíritos, pois 1 Samuel 28 descreve alguém assim em ação. A famosa “feiticeira” de Endor é uma ‘ob. Ao povo de Deus foi ordenado ficar longe de tais ocultistas (Levítico 19:31). A punição por se envolver com tais “médiuns” era morte por apedrejamento (Levítico 20:27). Naturalmente ‘ob é incluída na lista de abominações semelhantes em Deuteronômio 18:10,11. Todas essas ocupações têm a ver com o ocultismo. Isaías desconsidera estes “necromantes” e sugere, pela sua escolha de palavras, que os sons dos espíritos assim emitidos não são nada mais do que ventriloquismo: “os necromantes e os adivinhos que chilreiam e murmuram” (Isaías 8:19).

    É importante observar ainda que a Septuaginta (a versão grega do Antigo Testamento) emprega o termo eggastrímithoi (ventríloquo) para traduzir a palavra ‘ob de Levítico 19:31. A Bíblia informa em 1 Samuel 28:3 que Saul havia banido de Israel os adivinhos e os encantadores e não os espíritos familiares. Assim, a palavra hebraica ‘ob significa o “vaso” ou instrumento dos espíritos, portanto o médium ou necromante, conforme aparece na maioria das traduções da Bíblia, não oferecendo tal vocábulo base para quebra de maldições hereditárias na vida do cristão.

    A crença de que a violência é provocada por espíritos familiares também não tem base bíblica. O apóstolo Paulo foi um homem violento. A Bíblia diz que “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas, e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (At 8:3). O apóstolo João, antes de se tornar o discípulo do amor, não hesitava em dar vazão à sua ira. Certa vez ele chegou a desejar que caísse fogo do céu para consumir os samaritanos que se recusaram a receber Jesus (Lc 9:52-54). Como abandonou Paulo sua violência e João deixou de ter um espírito ou temperamento vingativo? Sem dúvida, através da conversão e do viver com Cristo foi que eles foram transformados e libertos, e não através da quebra de maldição de família, algo que nunca fez parte de seus escritos.

    ARVORE GENEALÓGICA

    Embora haja quem sugira às pessoas para que desenhem árvores genealógicas a fim de facilitar a quebra das maldições, tal prática não encontra apoio na Bíblia. É verdade que encontramos genealogias nos Evangelhos de Mateus e de Lucas, as quais tinham a intenção de apresentar a linhagem de Jesus como o Messias de Israel. Não há, depois disso, em todo o Novo Testamento, preocupação com tal ensino. Ao contrário, o apóstolo Paulo até recomendou a Timóteo e a Tito que não se envolvessem com esse assunto (1 Tm 1:4 e Tt 3:9). Os mórmons, sim, na tentativa de resolver os problemas espirituais de seus falecidos através do batismo pelos mortos (uma prática antibíblíca), gastam muito tempo e dinheiro com genealogias, contrariando assim as Escrituras Sagradas.

    Há os que dizem que devemos pedir perdão pelos pecados de P. C. Farias e de políticos acusados como corruptos. Outros estão sugerindo que, ao se encontrar uma pessoa negra na rua, deve-se chegar a ela e pedir perdão pelos pecados dos que promoveram a escravidão no Brasil. Há até aqueles que afir­mam que os carros roubados no Brasil e levados ao Paraguai são uma maneira de Deus fazer os brasileiros pagarem aos paraguaios pelo mal que lhes fizeram em guerras passadas. Que absurdo!

    Os que isto sugerem gostam de citar as orações de Esdras (capítulo nove), Neemias (capítulo nove) e Daniel (capítulo nove), em que eles fizeram confissão a Deus, citando os pecados de seus antepassados. Sabemos que as bênçãos do anti­go pacto eram condicionadas à obediência do povo de Israel. Quando desobedecia, as maldições de Deus vinham sobre ele. Esdras, Neemias e Daniel de fato reconheceram o pecado de seus antepassados, mas pediram perdão pelos pecados do presente, da geração atual. Embora seja possível alguém sofrer as conseqüências dos pecados de terceiros, o mesmo não acontece com a culpa. A Palavra de Deus não culpa ninguém pelos pecados dos outros. A Bíblia em nenhum lugar ensina a interceder por quem já morreu, uma vez que após a morte segue-se o juízo, não oração ou pedido de perdão pelos mortos (Hb 9:27).

    É preciso lembrar ainda que, à luz da Bíblia, ninguém pode se arrepender por outra pessoa. O arrependimento é algo pessoal, que se faz diante de Deus. A idéia de que “temos que até interceder, pedir perdão por pecados que aqueles antepassados cometeram, e quebrar os pactos que fizeram”, contradiz a Palavra de Deus, que afirma: “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Rm 14:12).


    PROVÉRBIOS 26:2

    Eis aqui outro texto freqüentemente mal usado pelos prega­dores da maldição de família. Allen P Ross comenta que era comum acreditar que as bênçãos e as maldições tinham existência objetiva — uma vez proferidas, produziam efeito. Ele acrescenta: “As Escrituras esclarecem que o poder de amaldiçoar e de abençoar depende do poder daquele que está por trás dele (por exemplo, Balaão não pôde amaldiçoar o que Deus havia abençoado; Nm 22:38 e 23:8). Este provérbio re­alça a correção da superstição. A Palavra do Senhor é pode­rosa porque é a Palavra do Senhor — ele a cumprirá”.12 Nota-se então que não existe base para se usar tal texto a fim de defender a transferência de maldições de geração em geração.

    MALDIÇÃO DE NOMES PRÓPRIOS

    É o que ensina o livro Bênção e Maldição quando afirma:

    A verdade é que há nomes próprios que estão carregados de mal­dição —já trazem prognóstico negativo (…) Por isso não convém dar aos nossos filhos nomes que tenham conotação negativa, que expressem derrota, tristeza, dureza: Maria das Dores, Mara (amargura), Dolores (dor e pesar), Adriana (deusa das trevas), Cláudio (coxo, aleijado), Piedade, Aparecida (sem origem, que não se sabe de onde veio).

    Este é mais um ensino que vem acrescentar cargas desnecessárias sobre os crentes que passam a acreditar nele. Existem muitas pessoas hoje vivendo preocupadas devido ao nome que receberam ao nascer, algo sobre o que não tiveram controle e nem escolha. E, de novo, não há base bíblica para isso.

    É verdade que há na Bíblia alguns nomes de pessoas que corresponderam às suas personalidades e às circunstâncias em que viveram. O próprio Deus mudou o nome de Abrão para Abraão, que significa “pai de uma grande multidão”. (“A mudança de Abrão para Abraão teve por fim reforçar a raiz da segunda sílaba para dar maior ênfase à idéia de exaltação”, J. D. Davis, Dicionário da Bíblia, p. 11.) Jacó significa “usurpador”, e ele assim se comportou por um bom período de sua vida, O legislador de Israel recebeu o nome de Moisés por que foi salvo das águas. Contudo, não se pode criar uma regra baseada em tais exemplos pelas razões que veremos em seguida.

    A Bíblia está cheia de exemplos de pessoas ímpias com nomes de bons significados, enquanto outras são boas, mas com nomes de significados nada recomendáveis. Veja o caso de Abias, que quer dizer “Jeová é pai”, filho de Samuel, um homem de Deus. Apesar de ter um bom nome e um bom pai, a Bíblia diz que ele não andou nos caminhos de Samuel e se corrompeu (1 Sm 8:3).

    Já Absalão quer dizer “pai da paz”. Embora tendo um nome tão pacífico, ele tentou usurpar o trono de seu pai Davi, teve uma vida turbulenta e morreu de forma trágica (2 Sm.3:3; 13-19).

    Daniel e seus amigos tiveram os nomes mudados pelo rei de Babilônia (Dn 1:7). Mesmo depois de receberem nomes ligados a deuses pagãos, isso não impediu que desfrutassem da bênção de Deus e permanecessem firmes na fé em Jeová. Logo, pode-se notar que o nome não influiu em nada.

    Judas quer dizer “louvor”, um significado muito piedoso, mas isso não impediu que ele traísse o Senhor (Mt 26:48,49). Por outro lado, um outro Judas foi fiel e deixou uma carta es­crita no Novo Testamento.

    Bar-Jesus é um nome fantástico, que quer dizer “filho de Jesus”. Apesar do nome, ele era um mágico, um falso profe­ta, e resistiu a Paulo quando este pregava ao procônsul Sér­gio Paulo (At 13). Apenas o nome não faz o homem. Se fizes­se, as prisões no Brasil não estariam cheias de presidiários chamados de Abel, Moisés, Isaías, Daniel, Pedro, Lucas, Pau­lo e outros nomes bíblicos.

    Há também homens e mulheres na Bíblia que serviram a Deus fielmente e foram vencedores na fé cristã, apesar dos nomes que tiveram com significados nada recomendáveis.

    Apolo foi um homem de Deus, poderoso nas Escrituras (At 18:24-28), mas seu nome significa “destruidor”.

    Hermes é um dos irmãos a quem Paulo envia saudações cristãs (Rm 16:14), porém seu nome é de um deus mitológico.

    O interessante é que Paulo nunca instruiu esses irmãos para que fizessem oração de renúncia pelos nomes que pos­suíam, pois eles terão um novo nome no céu (Ap 2:17).

    Alguns crentes até dão testemunho em público depois de pensar que foram bem-sucedidos ao amaldiçoar uma pessoa, uma empresa ou organização. Contam, por exemplo, que por não terem sido bem servidos num restaurante, o amaldiçoa­ram e o restaurante faliu. A Bíblia, porém, ensina que o cris­tão não deve amaldiçoar, mas, sim, abençoar. Ouçamos o conselho de Paulo: “Abençoai, e não amaldiçoeis” (Rm 12:14).

    Alguns têm dito que a quebra das maldições hereditárias é bíblica, já que deu certo ou funcionou para um ou outro. O fato de ter dado certo não quer dizer que seja bíblica. Há mui­ta coisa que funciona no espiritismo, na umbanda e na Ciência Cristã que nem por isso é bíblica. Geralmente, as distorções no seio da Igreja são muitas vezes baseadas apenas nas experiências, no subjetivo. Ora, não importa quão maravilhosa tenha sido a experiência; se ela contradiz as Escrituras e não tem base na Palavra de Deus, deve ser rejeitada, prevalecendo somente a Bíblia Sagrada, única regra de fé e prática para o cristão.

    PODE UM CRISTÃO TER DEMÔNIOS?

    Um dos temas mais polêmicos que a batalha espiritual tem gerado é se um cristão pode ter demônios. Muitos ministérios de libertação incluíram algum ritual para expulsar demônios de crentes em seus programas e isso tem acontecido em simpósios de batalha espiritual em muitas igrejas. Alguns teólogos também passaram, nos últimos anos, a aderir a tal posição e muitos deles reconhecem que o assunto é controvertido. De qualquer forma, a Bíblia Sagrada tem a palavra final sobre esta questão ou sobre qualquer outro assunto relacionado com a vida espiritual e o cristão.

    Merrill F. Unger, um autor lido e seguido por várias pessoas que hoje desenvolvem ministérios de libertação espiritual no Brasil, reconhece a dificuldade de se tratar do assunto, ao declarar: A verdade da questão é que as Escrituras em nenhum lugar declaram que um verdadeiro crente não pode ser invadido por Satanás ou seus demônios. Naturalmente, a doutrina deve sempre ter precedência sobre a experiência. Nem pode a experiência jamais oferecer base para a interpretação bíblica. Apesar disso, se experiências consistentes chocam com uma interpretação, a única conclusão possível é de que há alguma coisa errada, ou com a própria experiência ou com a interpretação da Escritura que vai contra ela. Certamente a Palavra inspirada de Deus nunca contradiz a experiência válida. Aquele que procura a verdade com sinceridade deve estar preparado para consertar sua interpretação a fim de traze­la em conformidade com os fatos como eles são.

    Unger já ensinou e escreveu, no passado, que somente os incrédulos estão sujeitos a endemoninhamento ou possessão demoníaca. Mais tarde ele mudou de idéia, e diz por que:

    Em Biblical Demonology (Demonologia Bíblica), publicado primeiramente em 1952, a posição tomada era de que somente os incrédulos são expostos ao endemoninhamento. Mas, através dos anos, várias cartas e relatórios de casos de invasão demoníaca de crentes têm chegado a mim de missionários em várias partes do mundo. Como resultado, em meu estudo sobre a explosão atual do ocultismo intitulado Demons in the World Today (Demônios no Mundo de Hoje), que apareceu em 1971, a confissão é feita livre­mente de que a posição tomada no Biblical Demonology (Demonologia Bíblica) “foi assim entendida, pois a Escritura não resolve claramente a questão”.

    Há alguns problemas com as declarações de Unger. Primeiro, ele diz que a Bíblia não afirma com clareza que um cristão não pode ser invadido por demônios. Ora, se a Bíblia não diz isso com clareza (o que não é verdade), como pode alguém então afirmar e ensinar sobre aquilo que não está claro na Palavra de Deus? Seria o mesmo que tentar ensinar escrever sobre o sexo dos anjos quando a Bíblia nada fala a questão. Se a Bíblia não é clara sobre a possessão de crentes, como pode alguém desenvolver então, biblicamente, uma prática de expulsar demônios de crentes? Simplesmente ­impossível.

    Pode-se perceber também que Unger, que no passado ensinava que crentes não podiam ficar possessos, depois mudou de posição. A mudança veio não pela avaliação bíblica, mas, como ele mesmo conta, através de cartas e relatórios de missionários baseados em experiências dos campos de missões. Mas Unger não está só ao basear a possessão de crentes em experiências e não na Bíblia. Veja a opinião de Bill Subbritzky sobre o assunto: “Pode um cristão ter demônios? A resposta é enfaticamente sim! Se você tem sido informado de que isso não acontece, continue lendo e deixe o Espírito Santo guiá-lo nesta questão. Estou ciente do muito que se tem ensinado a respeito de os cristãos não poderem ter demônios. Contudo, através de minha experiência no ministério há quatorze anos, constatei que tal opinião é totalmente incorre­ta”.

    Uma autora no Brasil demonstra ter também opinião semelhante ao declarar:

    Muitos defendem que, uma vez que o crente é habitação do Espírito (1 Coríntios 6:19), torna-se impossível um demônio habitar onde o Espírito habita (…) o fato de o nosso corpo ter-se tornado o templo do Espírito Santo não quer dizer que jamais poderá ser ocupado por maus espíritos. Não deveria, mas é possível (…) To­dos quantos se envolvem no ministério de libertação testemunham a manifestação de demônios em cristãos.

    Certa líder na área da batalha espiritual segue a mesma linha desses autores e conclui:

    Se partirmos do pressuposto de que os crentes não podem ter demônios ou não podem ficar endemoninhados, corremos o risco de deixar muitos crentes opressos dentro da igreja, vivendo uma vida de grande prisão, mornidão, com uma dificuldade tremenda para crescer. Afinal, o inimigo deseja uma vida cristã medíocre. E aqui é preciso esclarecer a questão da terminologia usada. De acordo com dezenas de estudiosos do grego, daimonozomenai significa “ter demônios” e é melhor traduzido pela palavra “endemoninhado”, nunca possesso, pois no Novo Testamento não vemos o

    uso do termo (…) Endemoninhado tem um significado lato, indicando o estado da pessoa que tenha um demônio ou até muitos demônios perturbando ou oprimindo sua vida. Quanto ao local onde ele fica, não é o mais importante. Ele pode ficar no corpo, fora do corpo, na alma da pessoa.”(Neuza Etioka).

    Dois outros autores norte-americanos, John e Paula Sanford, acrescentam também:

    Há aqueles que crêem que o cristão cheio do Espírito Santo não pode ser ocupado pelo poder demoníaco. Temos descoberto que isto não é um fato histórico, ainda que a teologia diga que o Espírito Santo e os demônios não podem habitar a mesma área. E o que tem acontecido. Temos expulsado demônios de centenas de crentes cheios do Espírito Santo, alguns deles não apenas cheios do Espí­rito Santo, mas poderosos servos do Senhor! Como isso acontece eu não posso explicar, mas tem sido para nós um fato incontestável de muitos anos de experiência exaustiva.’

    Este é o segundo problema de Unger e é também o problema dos demais autores aqui mencionados: experiência, experiência, experiência. Na última citação, os autores até informam que nem sabem explicar como pode acontecer a expulsão de demônios de crentes, mas continuam levando tal prática adiante.


    CRENTES NÃO FICAM POSSESSOS

    Não creio na possessão demoníaca em crentes, pelas seguintes razões bíblicas:

    1o – razão: o crente é santuário do Espírito Santo. “Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1 Co 6:19, 20.)

    O Espírito Santo não é um visitante esporádico na vida do crente. É morador definitivo, e não se ausenta de sua morada.

    Paulo garante que não há possibilidade de convivência entre Cristo (Rm 8:9) e o maligno (Ef 2:2.) “Que harmonia entre Cristo e o maligno?” (2 Co 6:15.)

    2o – razão: o Espírito Santo é zeloso pelo seu santuário. “Ou supondes que em vão afirma a Escritura: Ë com ciúme que por nós anseia o Espírito, que ele fez habitar em n6s?” (Tg 4:5.).

    O Espírito Santo é a pessoa da trindade santa para a qual Jesus mais reivindicou o nosso cuidado na análise de fatos ou no evitar de palavras precipitadas. “Por isso vos declaro: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito ‘Santo não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas se alguëm falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.” (Mt 12:31, 32.)

    Atribuir as obras de Jesus ao poder de Belzebu, o maioral dos demônios, já era pecado e blasfêmia contra o Espírito Santo, que estava sobre Jesus (Lc 4:18, 19), pois o Espírito Santo não pode ser veículo usado por Satanás. Diante de tal santidade e zelo será possível admitirmos que o Espírito Santo permitiria a entrada de força maligna em seu santuário? Louvado seja o seu nome porque ele não permite.

    3o – razão: o crente é propriedade de Deus. É maravilhosa a declaração, de Paulo em Efésios 1:13, 14: “Em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória.” No verso 14, os crentes são chamados de “propriedade de Deus”. O sublime de tudo isto é que o Espírito Santo é o “penhor” da nossa ressurreição futura, ou seja, a garantia de que não estamos órfãos (Jo 14:18) e de que seremos transformados na ressurreição (1 Co 15:52.). A presença do Espírito Santo em nós é a garantia de que somos propriedade de Deus.

    “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (1 Pe 2:9.)

    A propriedade é exclusiva. Essa “propriedade” não será loteada e vendida ao diabo.

    4o – razão: Jesus é o valente que tomou posse da propriedade.

    “Quando o valente, bem armado, guarda a sua própria casa, ficam em segurança todos os seus bens. Sobrevindo, porém, um mais valente do que ele vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos. (Lc 11:21, 22.)”.

    O Senhor Jesus veio ao mundo “para destruir as obras do diabo.” (1 Jo 3:8.)

    Jesus me fascinou pela sua valentia e coragem diante da cruz. Essa valentia é a mesma no que diz respeito a guardar os seus filhos das investidas do diabo na tentativa de possuí-los.

    Jesus é o Senhor absoluto de sua casa (1 Pe 2:5) e de seu tabernáculo (2 Co 5:1), que são os nossos corpos.

    5o – razão: O Espírito Santo intercede pelos crentes em suas fraquezas.

    “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis.” (Rm 8:26.)

    É porque o Espírito Santo perscruta até mesmo as profundezas de Deus que Ele pode interceder por nós de acordo com a vontade perfeita do profundo e humanamente insondável coração de Deus. “Porque, qual dos homens sabe as cousas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim também as cousas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.” (1 Co 2:11.)

    Davi invocava o Espírito Santo para ajudá-lo a viver na perfeita vontade de Deus. “Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano”.(Sl. 143:10.)!

    O cristão não é um super-homem, mas é superprotegido graças à intercessão do Espírito Santo nas horas de maior fraqueza e necessidade.

    6o – razão: O imutável amor de Crista garante a segurança.

    “Em todas estas cousas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 8:37-39.)

    O que nos dá segurança é o fato de o amor ser o de Cristo Jesus. Seu amor é sublime e leal, “é forte como a morte” (Ct 8:6) e a sua fidelidade está para além da fidelidade do crente, porque “se somos infi6is, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo”. (2 Tm 2:13.)

    “Bem-aventurado o homem que confia no amor de Cristo por sua vida. A promessa para ele é: “O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. De dia não te molestará o sol, nem de noite a lua, O Senhor te guardará de todo o mal; guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.” (Si 121:5-7.)

    O crente jamais será esquecido pelo amado Senhor Jesus, pois o seu nome está nas palmas de Sua mão. “Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei; os teus muros estão continuamente perante mim.”(Is 49:15, 16.)

    O crente pode reivindicar todas as promessas da Palavra de Deus, “Porque quantas são as promessas de Deus tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para a glória de Deus, por nosso intermédio” (2 Co 1:20.)

    Um filho de Deus jamais ficará possesso por espíritos malignos. Esta é a confiança.

    16 Nov 2013
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